segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Sexo a três


 Meu nome é Vitor e tenho 31 anos.
Trabalho em um escritório de contabilidade e na mesma sala trabalha meu amigo Fabiano tenho amizade com a sua esposa Ana e ela também tem amizade com minha mulher enfim sempre estamos fazendo coisas juntos.
Um dia resolvemos ir a um barzinho logo que saímos do trabalho.
Depois de mais ou menos 1 hora a esposa dele ligou dizendo que também queria tomar cerveja, então ele a convidou logo depois de desligar o tel.
Ele começou a falar sobre ela e o assunto foi indo para o lado do sexo e ele disse algumas coisas dele e eu falei algumas coisas de mim e minha esposa e uma coisa que ele falou me deixou com muito tesão:
- Ela gosta que eu goze na cara dela enquanto ela fica enfiando um pinto de borracha na buceta.
Imaginei que ela sentia vontade de dar para outro homem também ai foi quando ele falou.
- Se acha toda mulher no fundo também tem vontade de tranzar com dois homens?
Bom logo depois ela chegou e tudo continuou normal e quando nós já tínhamos passado de 11 cervejas e mais 1 caipirinha o assunto novamente foi sobre sexo e percebi que ela falava abertamente sobre o assunto.
Eles me convidaram para assistir jogo do Corinthians na casa deles.
Fui chegando la ele resolveu sair para comprar cerveja
Falei para ele que iria junto mas ele não quis.
Beleza fiquei então conversando com Ana conversa vai conversa vem começamos a fala sobre o Fabiano e ela falou sobre vários segredinhos sobre eles e um que também me chamou muito a atenção foi que ela tem habito de sair sem calcinha só pra ele ficar com ciúmes.
Perguntei se ele realmente fica e ela disse que não muito mas que depois ele bate muito na bunda dela e puxa muito seus cabelos e ela gosta muito.
Falei que o Fabiano é um cara muito sortudo e ela disse que ele também tem habito de quando transa com ela ele pede que chame ele por nome de outros homens.
Ela falou que um dos nomes é o meu.
Meu pau ficou duro então ela percebeu e me perguntou se fiquei excitado e respondi que fiquei tanto que se o Fabiano não fosse tanto meu amigo eu ia comer ela ali naquela hora.
Ela disse que o Fabiano fez de propósito e iria demorar mais ou menos uma meia hora, ai não teve jeito eu me levantei e mandei ela me chupar gostoso.
Ela mandou ver ela, me pediu:
- Fabiano segurar bem forte no meu cabelo?
Enquanto me chupava começou a dar algumas mordidinhas na cabeça do meu pau depois começou a lamber meu saco.
Ela chupou tão gostoso que eu quase gozei em sua boca.
Pedi para ela ficar de quatro ajoelhada no sofá e mandei vara naquela buceta.
Enquanto metia bem forte ela pedia para bater na sua bunda porque queria ficar com marcas e enquanto eu metia ela dizia que sempre tinha vontade de fuder comigo e eu dizia a ela.

- Você é uma cadela mesmo! 

Ela respondia que sim, e ficamos mais ou menos uns 10 minutos assim, ela de quatro eu metendo e dando muitos tapas em sua bunda ai foi quando escutamos barulho de carro e era o Fabiano.
Levantamos as roupas e ficamos sentados conversando como se não tivesse acontecido nada.
 Fabiano entrou e foi até a cozinha e chamou a Ana e começaram a cochichar, logo depois foram para a sala e o clima tava muito estranho.
Começamos a beber e conversar ai foi quando Ana foi para o quarto e Fabiano perguntou
- Vocês transaram né?
Disse que não mas ela confirmou e disse que sim.
Fiquei apavorado e foi quando ele disse:
– Tudo bem eu já sabia que vocês iam transar!
Eu perguntei:
- Porque ?
Ele disse
– Ana sempre teve muita vontade de transar com você e ela conseguiu.
- Porque você não vai pro quarto e dá logo o que ela quer ?
Ai perguntei:
– É também o que você quer?
- Sim!
Cheguei ate o quarto e ela estava deitada na cama batendo uma siririca.
Coloquei ela de quatro e já comecei lambendo seu cuzinho e chupava a buceta e ela gemia muito e chegou até gozar na minha boca.
Fabiano escutava tudo lá da sala e quando ele resolveu entrar no quarto nos estávamos fazendo um 69.
A hora que ele viu já foi logo baixando as calças e deitando na cama.
Ficou só assistindo e batendo punheta e de repente ela quis subir no meu pau e pediu para ele deitar em cima dela.
Como eu já tinha lambido muito o cuzinho dela já estava todo lubrificado ele enfiou e começamos a meter juntos nela.
Ela gemia igual a uma cadela, ficamos trocando de posições todo o tempo dizendo a ela que era uma vadia, biscate, cadela, vagabunda, pistoleira, etc. 


Ela de quatro, eu metendo e o Fabiano sendo chupado, ou o Fabiano metendo e ela chupando meu pau e ela gozando varias vezes, e quando eu e o Fabiano resolvemos gozar depois de mais ou menos 40 minutos, disse
– Quero que vocês goze na minha cara!
O Fabiano disse que não
- Vamos fazer diferente, ele deitou, ela sentou no pau dele eu fiquei em pé na cama e ela me chupando.
De repente enquanto ela galopava no pau do Fabiano eu colocava para mamar gostoso.
Gozei tudo na cara e na boca dela, chegou a pingar no Fabiano, enquanto o Fabiano gozou na buceta e terminamos, deitamos na cama os 3 pelados.
Pegamos no sono e cheguei em casa por volta de meia noite e minha mulher já estava dormindo e não desconfiou de nada, isso já faz mais ou menos 2 meses que aconteceu e foi muito bom mas não tenho mais coragem até mesmo por que nunca falamos sobre o assunto.

@1968dinho ou dinho-1968@live.com

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O PRAZER DO SEXO ORAL.


felação é o nome técnico que leva o sexo oral feito pela mulher no homem. Este tipo de sexo é cercado de mitos e tabus, porque os homens SEMPRE querem receber, e as mulheres NEM SEMPRE querem dar. Esta falta de sintonia geralmente ocorre ou por falta de experiência, DE AMBOS, onde o homem acha que a mulher que tem pouca prática em felação tem que fazer um sexo de “deusa pornô”, ou por falta de entrosamento, onde a mulher até tem o desejo de experimentar, mas encontra dificuldades e até preconceito por parte do parceiro.

O momento do sexo oral é quando o homem se entrega para a mulher, num ato simbólico (e prático) de confiança. Onde o tesão é enorme, e por conta disso, o homem expõe sua parte mais vulnerável, e também a que lhe dá mais prazer, para APRECIAÇÃO de sua fêmea. Portanto, nada de fazer comentários absurdos nesse momento sobre o órgão sexual dele. Além de absolutamente desnecessários, observações como “olha, ele é fininho, né?”, “ele endurece mais do que isso?”, ou “tão pequenininho, mas tão bonitinho, né?” apenas servem para detonar a autoestima de quem está com você naquele momento, e fazer ele TE PRÉ JULGAR antecipadamente, exatamente como você fez com a parte mais sensível do corpo dele.
Se houver alguma desconfiança da higiene do parceiro, (afinal ninguém merece colocar a boca em algo que cheira a carniça...), não vacile! Entre no banho com ele, sob o pretexto de fazerem preliminares no chuveiro, e lave muito bem o “instrumento”. Geralmente homens adoram este tipo de carinho, e se sentem relaxados fisicamente depois de um banho preparatório. Muitos homens suam bastante depois de um dia de trabalho, e merecem esse desconto.

Olhe, aprecie, sinta prazer com isso!
Sim. Ele sente um prazer imenso quando a mulher “idolatra” seu falo como se fosse o único do mundo. Não precisa enlouquecer e mentir DESCARADAMENTE, dizendo “Oh, nunca vi algo tão maravilhoso, poderoso, imponente e viril assim!!!” porque este tipo de atitude irrita o homem. Mas olhar para o membro com um olhar de satisfação, com cara de quem “achou aquilo delicioso”, falar uma “besteirinha” de sacanagem, até sendo um pouco vulgar (pra não assustar), pode deixar seu homem em ponto de bala! Um simples “Só de olhar eu já fico cheia de tesão” é capaz de fazer seu homem virar um refém de seu prazer!
Em que posição?
Ele em pé, com você de joelhos, deitados na cama, de lado, em “69”...O que manda na verdade é a sua imaginação. É com ela que você conta neste aspecto. Mas, para quem é pouco experiente, recomendo iniciar as atividades, até adquirir prática, com o homem deitado na cama e a mulher ajoelhada (ou deitada) na altura de seus quadris. Esta posição favorece o relaxamento do homem e dá maior mobilidade à mulher de explorar a zona erógena do corpo do parceiro. Não se esqueça de sempre que possível OLHAR para seu parceiro enquanto estiver fazendo sexo oral.
É, eles adoram!
Como se faz?
Normalmente, o que acontece é o seguinte: alguns homens, até por inexperiência, acreditam que todas as mulheres do mundo são capazes de realizar uma extravagância chamada “garganta profunda”, que é ser capaz de colocar o membro todo do homem na boca e fazer sexo oral até o parceiro atingir o orgasmo sem usar, em momento nenhum, o auxílio das mãos.
Impossível? Não, não é. Mas requer um treinamento intensivo, e por isso, muitas deixam de ter prazer pra mostrar que são atletas sexuais, que são “boas de cama”. Isso é um bom indício de ser boa de cama? É. Mas se formos tomar toda relação sexual como um desafio aeróbico e de contorcionismo, perde a graça...
A grande maioria das mulheres não consegue manter o membro de seu parceiro inteiramente na boca. Não há problema nisso. Mas, se não conseguimos fazer tal ato... Como compensar isso? Simples! Com as mãos!
Com a mão, podemos envolver a base do pênis enquanto acariciamos a parte superior restante do corpo do pênis do companheiro com a boca e a língua! Essa mão pode fazer movimentos masturbatórios suaves enquanto a língua passeia pelo corpo peniano! Homens gostam de vigor, mas com essa região (e pouca prática) todo cuidado é pouco. Só aumente o ritmo se ELE pedir.
A glande, chamada de “cabeça” do pênis, é o local de maior sensibilidade. Portanto, tenha muito carinho ao manipular a região, porque um carinho mais forte pode machucar (e acabar com a noite de amor). Carinhos feitos com a ponta da língua, e com a boca inteira costumam ser os preferidos, porque a língua aumenta as sensações de prazer, e a boca, por ser quente e úmida, os faz lembrar a vagina! Movimentos circulares, de baixo para cima e de cima para baixo, e em zig-zag costumam deixar os homens enlouquecidos de prazer.
Usar os dentes é pra quem pode e sabe. Se você não tem prática nisso, nem tente. Quem sabe fazer pode levar seu homem ao delírio...Mas quem não sabe pode fazer algo extremamente desagradável para ele. E não acredito que seja a intenção...
Se você usa algum tipo de aparelho ortodôntico, considere a possibilidade de NÃO FAZER, a não ser que você tenha absoluta certeza de que seu aparelho não vai machucar seu parceiro.
E é só “lá” que dá pra fazer?
Não! Os homens adoram carinhos com a língua em outros lugares! O pênis é “o rei”, mas outros lugares são igualmente apreciados!
Um local que os homens geralmente adoram é a região da bolsa escrotal. Suaves movimentos circulares com a língua fazem muitos homens urrarem de prazer! Mas atenção: Não se atreva a fazer sucção “feito um aspirador de pó” na região! A região é muito delicada, e os testículos o são mais ainda! Beijinhos com carinho, e lambidinhas salientes sim... Sucção desenfreada não!
O períneo é uma região onde a maioria dos homens sente um prazer absurdo...mas por puro preconceito, não se deixam tocar ali. O períneo é a região que fica entre o ânus e a bolsa escrotal, bem a seguir da bolsa escrotal. É uma região excelente para ser massageada com o dedo indicador, e muito suscetível às carícias do sexo oral. Mas a maioria dos homens tem reservas quanto a isso, por desconhecimento, ou por achar que sentir prazer ali denota homossexualismo. Besteira. Mas se ele não gostar, e nem quiser experimentar, mesmo você pedindo com jeitinho...Respeite.
Uma outra carícia polêmica é  vulgarmente conhecido como “beijo grego”. O beijo grego é o ato de introduzir a língua no orifício anal do parceiro, e fazer carícias com a boca nas adjacências. O beijo grego é uma prática que também enfrenta grande resistência por parte da grande maioria dos homens, por desconhecimento do prazer que proporciona. Para que um homem o faça, além de confiar plenamente na parceira, ele precisa ter suas próprias convicções bastante sólidas, porque gostar da prática não implica em homossexualismo, mas em descobrir e vivenciar o prazer de outras formas.
E, finalmente: Até quando?
E então? Fazer até o parceiro chegar ao orgasmo, ou só como um carinho mais íntimo?
Depende. Alguns homens ficam alucinados quando a mulher faz sexo oral até o momento do prazer. Outros ficam angustiados, porque querem terminar o sexo da forma mais “convencional”, e seguram o orgasmo até sentirem dores para não ejacularem na boca de suas parceiras. Cabe a você ter a sensibilidade de perceber QUANDO aquilo é só complemento, e quando aquilo é “serviço completo”. Mas eles geralmente sinalizam isso. Enquanto não pedir pra parar... Não pare, oras!
E se pintar a dúvida: “cuspir ou engolir”...Bom, eles preferem quem engole. Mas aí, vai da forma como cada mulher lida com sua sexualidade e seus fluidos, não é mesmo?
Agora que o básico já se sabe... O treino leva à excelência, portanto usem a imaginação!

contatos: dinho-1968@live.com ou @1968dinho

QUER LEVAR SUA GATA PARA AS ALTURAS TAMBÉM?



APRENDA O PASSO A PASSO DA MASSAGEM QUE É CAPAZ DE DAR ORGASMOS MÚLTIPLOS
Karima e Kamini, do Spaço Tantra, mostram o caminho das pedras, quer dizer, da yoni. “É muito importante dar atenção a todas as partes do corpo e não ficar apenas em um ponto. Não se esqueça do rosto, da nuca e do antebraço, que são membros sensíveis, com ótima resposta quando estimulados”, adverte Karima. Paciência e dedicação são a chave do orgasmo intenso e duradouro – a massagem sugerida aqui leva cerca de 40 minutos. Mãos (e dedos) à obra!
1. Posicione-se em frente a ela de uma maneira confortável. Abra as pernas da gata, mas não vá com sede ao pote. Antes de qualquer coisa, acaricie a parte interna da coxa. E deslize sua mão perto da virilha chegando até os pés.
Rrepita pelo menos 15 vezes com intensidades diferentes
2. Passe lubrificante na vagina dela e nos seus dedos. Com o dedo indicador e o polegar da mão esquerda, pegue a parte externa esquerda da vagina (os grandes lábios) como se fosse uma pinça. Massageie subindo e descendo. Repita
o processo com a mão direita. E, depois, as duas mãos juntas (cada uma acariciando um dos lados dos grandes lábios).
Repita 5 minutos de cada lado
3. Pegue seu dedo indicador e o médio, fazendo o nº 2 com a mão. Encaixe no meio dos seus dedos os pequenos lábios (são eles que envolvem o clitóris). Faça uma leve pressão e deslize os dedos para cima e para baixo. Se eles não deslizarem direito, use mais lubrificante. Não pare a massagem: continue o sobe e desce e aperte a bisnaga do óleo ao mesmo tempo com a outra mão.
Repita por volta de 10 minutos
4. Faça uma concha com uma das mãos, como se fosse bater bafo.Coloque em cima da vagina, como se estivesse protegendo-a. Pressione por alguns segundos e deslize a mesma mão para a barriga e os seios dela – quando subir a mão, use a outra também. Passe a mão nos dois seios ao mesmo tempo. Isso vai deixá-la arrepiada.
Repita 10 vezes
5. Se você fez tudo direitinho, ela já vai estar bem molhada. É a hora de introduzir o indicador e o dedo médio juntos na vagina. Lambuze-os com bastante lubrificante. E vá com calma, não introduza tudo, só uns 4 centímetros. Faça o movimento de “vem cá” lá dentro, como se estivesse chamando uma pessoa. Você deve sentir uma protuberância pequena e esponjosa – bingo!, benvindo ao famoso ponto G. Enquanto faz o movimento, acaricie levemente com o polegar da mesma mão o clitóris dela, com movimentos circulares. Levemente mesmo, para não machucar. Se preferir, use a língua, intercalando chupadas com lambidas, como se fosse um sorvete, com certa força e pressão. Entre uma lambida e outra, você pode assoprar. Ela vai delirar.
Repita por volta de 5 minutos
6. Mude os movimentos da língua. Finja que faz uma bola de chiclete: coloque a língua para fora, encoste no clitóris com força e volte rapidinho. Enquanto isso, o dedo continua fazendo o “vem cá”. Para não ter dificuldades com a língua, faça antes um exercício de fortalecimento: coloque no fundo de um copo (100 ml) uma uva e tente tirá-la com a língua. Isso vai deixar seu sexo oral melhor. Sussurre palavras para ela, como “linda” e “gostosa”.
Repita por volta de 5 minutos
7. Depois, caso ela permita, coloque o dedo médio no ânus (use bastante lubrificante) e o polegar da mesma mão na vagina. Você vai acessar o que é chamado de ponto A, que só a mulher tem e fica entre o ponto G e a parte interna do ânus. Essa glândula libera uma lubrificação extra, próxima ao ânus. Estimule vagina e ânus ao mesmo tempo, brinque com seus dedos dentro deles, entrando e saindo, para a frente e para trás.
Repita por volta de 5 minutos
Com esses estímulos, ela vai gozar logo. E, quanto mais você fizer, mais orgasmos ela vai ter. Isso vai deixar a  penetração muito mais prazerosa para ambos.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

UM CASAL BEM RESOLVIDO


Acho muito prazeroso comer mulher casada. Primeiro, porque a casada mete por vontade de meter, e não por interesse material (o que comumente ocorre quando nos relacionamos com putinhas solteiras, mais interessadas no nosso carro e no limite do cartão de crédito). Segundo, que as casadas são altamente discretas, sigilosas e não nos mandam torpedos comprometedores e somente telefonam nos horários pré-estabecidos. Terceiro, que como também são comprometidas, metem na parte de tarde, enquanto o marido corno trabalha. Quarto, que é muito reduzido à possibilidade de engravidá-la, e se isso ocorrer, o corninho irá assumir o rebento. Quinto, que as casadas procuram no amante aquilo que não tem no casamento e se transformam dentro de quatro paredes, realizando com o amante as mais tórridas fantasias sexuais, algo quase impossível de sequer ser cogitado com o marido. Foquei meu objetivo nesse seleto grupo de putinhas e aos poucos formei um bom harém. Constatei, porém, que todas escondiam as traições dos maridos-cornos. Fiz questão de conhecer pessoalmente alguns dos meus sócios, a maioria gente boa e alguns se tornaram amigos meus, e nem de longe desconfiavam que a mulher estava dando pra outro. Cheguei a sugerir a algumas delas que contassem pros maridos a traição, e os chamassem para um ménage, mas nenhuma delas aceitou realizar minha fantasia. Passei a entrar em sites de bate-papo com o nick “quero sua esposa” e para minha surpresa conheci e passei a conversar com três maridos estagiários a corno. Os três foram categóricos em afirmar que tinham a fantasia de verem a mulher metendo com outro, e caso possível participar da transa. Um deles, o Roberto, disse que a esposa sabia dessa fantasia e deu sinal verde para a prática. Os outros dois (Robson e Renato) disseram que durante as transas com as esposas, fantasiavam que era outro homem que estava metendo com elas, mas que tinham receito de sugerir abertamente a traição. Os três me enviaram fotos das esposas de biquíni (nenhuma peladinha) e selecionei Raquel, esposa de Roberto. Raquel tinha 35 anos, mãe de dois adolescentes, e casada a 15 com Roberto, um quarentão (como eu), bem apessoado, e bom nível sócio-econômico. Por prudência marcamos de nos encontrar na praça de alimentação de um grande shopping de Belo Horizonte. Não tivemos dificuldades de nos conhecer, porque ambos colocamos em nossos msn fotos reais. Após ser quebrado o esperado gelo (o cara estava ali para me oferecer sua esposa, mãe de seus filhos), ele falou que eu era justamente o homem que procuravam: bonito, maduro, casado, discreto, mesmo nível sócio-econômico, e disposto a se tornar amante fixo do casal, sem colocá-los em situação vexatória ou comprometedora com a família, vizinhos e conhecidos. Pra comprovar que eu dizia a verdade, mostrei fotos da minha família, documentos e um exame de DST recente (porque Roberto queria ver a esposa bebendo sêmen de outro homem). Ele também fez o mesmo, e mostrou fotos da esposa peladinha com closes da depilada buceta. Contou que sua tara começou ainda na juventude, quando morando na casa de uma tia casada, assistia escondido ela dando pro amante na própria cama, enquanto o marido, caminhoneiro, passava a semana viajando. Porém tinha vergonha de contar a fantasia pra esposa, e somente ha poucos meses, bebendo vinho enquanto assistiam um filme, onde a mulher traia o marido com o amigo dele, é que tocaram no assunto e ele finalmente revelou pra ela que tinha vontade de vê-la metendo com outro, e que já havia tocado dezenas de punhetas imaginando algum conhecido comendo ela. Decidiram juntos realizar a fantasia, mas não poderia ser com alguém conhecido. Disse-lhe que seria um prazer ajudá-los na “árdua” tarefa. Ato contínuo, ele usou o celular e poucos minutos após apareceu Raquel. Fiquei até sem palavras quando surgiu aquela linda e gostosa morena, bronzeada e usando um curto e justo vestido branco. Cumprimentou-me com um beijo no rosto e se sentou ao nosso lado. Raquel estava um pouco inibida, mas me olhava com atenção. Após alguns chopps, estando os três mais descontraídos, segurei suas mãos, acariciando-as, e perguntei se ela havia gostado do seu novo homem. Roberto até arregalou os olhos quando me ouviu dizer aquilo. Sabendo de antemão que quase todo corno tem tendência à submissão, olhei nos olhos dele e mandei que falasse o que ele queria que eu fizesse com a mulher dele. Após uma certa excitação, Roberto disse que queria me ver transando com sua esposa. De forma incisiva perguntei se ele queria que eu apenas a namorasse ou que eu a fizesse minha puta particular, metendo nela como, onde e do jeito que eu quisesse. Ambos abaixaram a cabeça, mas Roberto disse que sim. Então mandei ele dizer: “Valério, faça com essa puta tudo o que tiver vontade”. Com a voz embargada ele repetiu inteiramente a frase. Virei-me pra Raquel e apertando suas mãos perguntei se ela realmente queria virar minha amante, minha puta particular, minha escrava sexual, me obedecendo e realizando todas as minhas luxurias. Sem olhar pro marido ela disse que sim, e do mesmo jeito, mandei que dissesse: “Valério, faça de mim sua puta e faça comigo tudo o que tiver vontade”. Por nos encontrar num local público, mantivemos discrição até entrarmos no carro do Roberto. Após sairmos do estacionamento, ela pulou para o banco de trás já tirando a calcinha. Coloquei meu pau duro pra fora e a mandei chupar, enquanto o marido conduzia o carro até o motel. 



Lá dentro, estando os três nus, mandei que o corno ficasse sentado, apenas observando. Mandei a putinha dançar e que voltasse a chupar meu pau, num delicioso 69, com direito a linguadas na buceta e dedadas no cu. 



Quando senti que iria gozar, me levantei, permanecendo Raquel deitada, e chamei o corno pra perto, me vendo tocar punheta até despejar vários jatos de porra no seu rosto e boca, mandando que ela lambesse meu pau até deixá-lo limpo. Os olhos do corno brilhavam de prazer. Mandei então que ele com os próprios dedos conduzisse pra boca dela algumas gostas de porra que estavam no rosto. Quando retornei do banheiro, encontrei os dois num tórrido beijo de língua, certamente compartilhando o néctar do novo macho do casal. Mandei o corno preparar com a língua a buceta da esposa, enquanto ela tratava de endurecer meu pau com a boca. Já em ponto de bala, mandei o corno se afastar, coloquei a puta de quatro e fui lentamente penetrando a buceta dela. Meti naquela buceta de várias formas (de quatro, de lado, frango assado, papai mamãe) e finalmente gozei dentro dela, enchendo seu útero de gala. 
O próprio corno me perguntou se eu não iria comer o cu da esposa. Perguntei pra ela se ela queria que eu metesse no seu cu naquela tarde, e mesmo diante de sua entusiasmada resposta positiva, disse que não, mas que em outra ocasião arrombaria o rabo dela, e mandei o corno comer a buceta da esposa melada com minha porra e realizar seu papel de marido, enquanto eu bebia um whisky. Ele meteu e gozou em menos de um minuto. Dividimos a despesa do motel e eles me deixaram no shopping. Desse dia em diante passei a fazer parte da vida sexual daquele casal. Até na cama deles trepei com a esposa. Infelizmente ele foi transferido pra outro estado e perdemos contato.
Contatos: dinho-1968@live.com ou @1968dinho

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Paulinha uma funcionária exemplar.

Paulinha era a empregada nova em casa, e rapidamente se tornou o centro de toda a minha atenção. Embora eu tivesse uma namorada bastante fogosa, e constantemente desse minhas puladas de cerca com outras garotas, ninguém era como Paulinha.
Paulinha tinha jeito doce que encantava a todos, mas encarava o sexo de uma forma totalmente devasso. Era normal para ela parar de arrumar a casa, dar uma trepada na cozinha que ela estava arrumando, e depois retomar a arrumação, como se nada tivesse acontecido.
Ela dizia que fazia isso porque precisava muito do emprego, e que trepava porque me achava gostoso (sorte a minha). Para mim, isso tudo era uma grande bobagem, porque ela era uma delícia e poderia ganhar muito mais dinheiro usando o seu corpinho delicioso do que como empregada. Mas... se o destino havia colocado aquela jóia rara no meu caminho, eu é que não iria desperdiçar a oportunidade.
Assim, após nossa primeira transa, em que ela praticamente havia me atacado, tornamo-nos amantes freqüentes. E como trepava aquela moreninha gostosa.


Ela simplesmente amava porra, e não economizava esforços para obtë-la de mim. A única excepção era a sua maravilhosa bunda, que ela insistia ser privilégio do noivo, fosse quem fosse aquele puto sortudo. Fora esse detalhe, era uma festa.
E assim a coisa ia, as mil maravilhas para mim. Até que um dia, após tê-la pego no quartinho de casa, enquanto ela passava roupa, ela brincou comigo:
- “Puxa, Marcos, com essa agora, acho que você já me comeu em todos os cantos dessa casa. E agora, o que vai ser?”
Respondi alisando aquela bunda maravilhosa, redondinha, morena com uma marquinha deliciosa de biquíni:
- “Bem, eu ainda não comi seu rabo, não preciso te lembrar...”
- “Já te falei que meu bumbum não é coisa de dois homens. É para um só.”
- “Dois homens??? Hmmmm... tai uma coisa legal. Tem uma porrada de amigos meus que vem aqui em casa só para te ver. Eu poderia arrumar isso para você, que tal?”
- Ficar com dois caras? Ai, não sei... acho que não tenho coragem!”
Sabe como é... Nós, homens, conhecemos as mulheres! A verdade não está NO QUÊ elas dizem, mas sim em COMO o fazem. E do jeito que ela falou, eu entendi que aquilo deveria ser um grande desejo dela. O assunto morreu, nos vestimos e fomos tocar a vida. E eu fui arrumar um brother para aquela bagunça. No fundo, eu tinha a esperança de que, fazendo-a gozar muito, conseguiria meu sonho. Mas fora isso, deveria ser um grande barato a trepada a três.
A oportunidade veio no sábado seguinte. Entrei em casa após a faculdade, e a sorte me sorriu. Chamei por ela, e nada. Fui entrando e chamando, até que ouvi o chuveiro desligar. Percebi que ela estava se arrumando para sair. Coloquei minhas coisas no quarto, tranquei a porta da sala, e fui para o quartinho dos fundos, onde ela se trocava, Entrei e encontrei-a de calcinha e sutiã. Que visão. Abracei-a por trás, segurando seus seios e beijando o seu pescoço:

- “Hmmmm... que maravilha. Chegar em casa e encontrá-la cheirosa e perfumada. “
- “Marcos, nem vem. Estou atrasada, tenho uma amiga me esperando.”
- “Azar da sua amiga. Vai esperar muito.”, falei, enquanto alisava suas coxas.
-“Não, eu realmente preciso ir.”
Minha mão subiu, tocando sua bucetinha, por cima da calcinha. Comecei a brincar por ali, e ela foi reclamando, mas sem me afastar. Sem perceber, logo ela estava esfregando a bunda no meu pau, por cima da calça. Estava na cara que, sacana como ela era, não iria deixar um compromisso atrapalhar uma trepada certa, assim eu a arrastei para a sala, onde eu planejava tocar o meu plano.
Deitei no sofá e a puxei para cima de mim. Ela deitou em cima de mim, e enquanto nos beijávamos eu alisava sua bunda, por cima da calcinha. Ela logo abriu minha calça e em segundos estava com meu pau duro na mão. Minha calça logo foi sacada, e partimos para um 69. Enquanto ela fazia meu pau sumir na sua boca, eu puxava para o lado a sua calcinha e deslizava minha língua para cima e para baixo na sua xoxota bem aparadinha. Meu dedo brincava na porta do seu cuzinho, que era o máximo que ela me permitia fazer por ali.
Ela logo ficou excitada e, virando-se sobre mim, ajeitou meu pau na sua buceta e começou a esfregar sua xoxota sobre ele, deixando-o meladinho. Ela em seguida pegou a camisinha que eu ofereci para ela, e com prática encapou meu pau e veio descendo sobre ele. Logo começou a me cavalgar. Eu soltei finalmente o seu sutiã, e fiquei acariciando seus seios, deixando-a ainda com a calcinha, puxada para o lado.
A trepada foi rapidamente deixando-a em ponto de bala, e eu aproveitei o momento para a novidade:
- “Paulinha, lembra da nossa conversa sobre ter mais um cara com a gente?”
- “Ai, lá vem você de novo com essa história. Você está ficando um tarado, hein? Eu já falei que não teria coragem.”
- “Ah, para com essa frescura. Vai dizer que se tivesse outro pau duro agora, aqui na sua frente, você não ia gostar de chupá-lo.”
Ela recomeçou a se mexer, sobre meu pau.
- “Affff.., para falar a verdade, seria maravilhoso.”
- “Então olha só o que eu trouxe para você.”
Nessa hora, conforme combinado, saiu do lavabo o Luis, um colega da faculdade que eu sabia a Paulinha achava um gato. O que não havíamos combinado era o puto sair de lá já com o zíper aberto, de pau duro, tocando uma punheta.


- “Marcos, Luiz... O quê é isso? Seus putos, vocês combinaram isso... Marcos, eu não acredito, eu não...”
O Luis felizmente teve presença de espírito, e veio encostando na gente, ainda com o pau para fora, quase encostando na cabeça dela. Começou a passar a mão no cabelo dela, e a elogiá-la:
- “Ah, Paulinha, não briga com a gente. A culpa foi minha, eu sempre tive o maior tesão em você. Acho você uma gata, uma delícia. Vamos lá, vamos curtir... Vai ser legal, você vai ver.”
- “Ai, que vergonha. Eu nunca fiz isso assim, nunca fiquei assim na frente de dois homens.”
Eu não havia parado de me mexer, fodendo ela. Aquele lenga-lenga dela estava na cara que era da boca para fora. Logo ela estava segurando o pau do Luis.
- “Prestem atenção... Vai ser assim. Se vocês tentarem alguma coisa que eu não queira, eu paro. E nunca mais você vai ter nada, Sr. Marcos. Então vejam bem o que vocês vão fazer.”
- “Paulinha... relaxa. Para de falar que tem coisa melhor para você fazer com essa lingüinha...”
Dois minutos depois estávamos os dois sentados no sofá, já pelados, cada um com pau seguro por uma das mãos dela. Ela, de joelhos na nossa frente revezava o boquete, um pouco em um, um pouco no outro. Olhávamos o corpinho dela, moreno com as marcas de biquíni, delicioso, e sorríamos um para o outro.
Resolvi dar um trato nela. Levantei e tirei finalmente a calcinha dela, expondo sua bucetinha bem cuidada para o Luis. Fui atrás dela, deitei-me no chão e comecei a chupar sua boceta. Ela continuava boqueteando o Luis, e em mais 2 minutos com uma língua na xoxota e um pau na boca, gozou pela primeira vez na tarde.
Senti ela estremecer e apertar minha cabeça com as coxas, até amolecer. O Luis, percebendo o momento e já de pau duríssimo e querendo gozar também, colocou-a deitada no sofá e após por uma camisinha no pau partiu para um papai-e-mamãe. Eu fiquei de pé ao lado, me masturbando para ela ver, enquanto ela levava rola do meu amigo. Ele logo foi acelerando o ritmo, e ela ascendeu de novo.
Tirando ele de cima, ela quase me matou do coração. Virou de lado para ele, deixando-o nas costas dela. Levantou uma perna, e com a mão foi guiando o pau do Luis para dentro dela. Por um momento achei que ela fosse dar o cu para o meu amigo, justo aquilo que eu vinha tentando conseguir a semanas. Mas foi alarme falso. Safada, ela colocou-o na buceta, e ficou rebolando a bunda contra ele. Meu pau parecia que ia estourar, vendo a cena.
Ela me chamou para perto, e eu ofereci meu pau para a sua boca. O Luis bombava com força ela por trás, e eu segurava a sua cabeça e compassadamente fodia a sua boca. Logo o Luis tirou o pau de dentro dela e sacando a camisinha gozou em longos jatos de porra sobre a barriga e perna dela. Eu, vendo pela primeira vez outro homem gozando tão de perto, resolvi que não podia ficar para trás, e tirando o pau da boca dela gozei forte sobre o seu rosto, cabelo e peitos. Foi uma festa de porra sobre ela.
Ficamos os três recuperando um pouco o fôlego, conversando um pouco sobre aquela loucura. Nos secamos do jeito que deu, pegamos umas cervejas para refrescar, e logo começamos a alisar aquela gata de novo.
- “Vocês estão com fogo mesmo, hein meninos...”
- “Ué... não está bom?”, respondemos em uníssono.
- “Claro, está uma delícia. Que garota pode reclamar de ter assim, dois paus duros desse jeito a disposição?”
- “Ótimo, então que tal continuarmos? É só você dar uma chupadinha aqui que eu já fico pronto para outra.”, disse o Luis.
Mas as coisas com a Paulinha não funcionavam assim. Se você queria uma coisa, não podia pedir, tinha que deixar ela querer fazer. Ela foi engatinhando até ele, com aquela bunda maravilhosa para cima, e pegou no pau dele, ainda meio mole. Começou a provocá-lo, esfregando os bicos dos seus peitos por sobre o corpo dele, enquanto mordia a sua orelha.
Em seguida foi descendo a boca, passando a ponta da língua pelo peito dele, indo até a barriga, voltando para cima, mas não chegava no pau dele.
- “Vai, Paulinha, não sacaneie... chupa meu pau, vai... Deixa ele durinho para eu te foder.”
- “Mais duro???”
Realmente aquela ‘tortura’ toda havia produzido mais resultados do que se ela tivesse caído de boca nele. O pau do Luis, seguro pela mão dela, estava duríssimo. Resolvi entrar na brincadeira, e aproveitando que ela estava de quatro, cai de boca na sua bunda. Comecei a lambê-la, morde-la, e aos poucos fui beijando seu botãozinho. O cuzinho dela piscava na minha boca, mostrando que ela estava curtindo a carícia, mas logo ela cortou meu barato:
- “Bem, Sr. Marcos... o senhor já sabe: brincar ai, pode. Meter, não.”
- “Porra, Paulinha... pensa bem. E a sua chance de fazer uma DP, vai jogar fora assim?”
Ela olhou para trás, com um jeito maroto, e não respondeu. Só pos a mão no meu peito, e falou com aquele jeito de putinha:
- “Põe seu pau na minha xaninha, põe...”

Virou-se para frente e, segurando o pau do Luis pela base, apontado para cima, começou a chupá-lo. Eu peguei meu pau, ainda não totalmente duro, e comecei a esfregá-lo do seu rego, mexendo o corpo como se estivesse fodendo-a. Em segundos meu pau estava estalando de duro, novamente. Nova camisinha colocada, afastei as pernas dela, aproveitando aquela maravilhosa visão dela de quatro, e apontando para a sua xoxota coloquei a cabeça do meu pau. Ela começou a rebolar na minha frente, enquanto seguia chupando o Luis.
Tive que passar a comê-la com força, mais profundamente, porque ela rebolava, gingava e mexia tanto com a bunda, que meu pau ameaçava escapar dela. Na minha frente, pelas caretas que o Luis fazia dava para entender que a Paulinha estava tentando separar o pau dele do seu corpo, usando a boca. Realmente aquela baixinha trepava demais.
Eu passava a mão nas suas coxas, e sentia-a toda arrepiada. Como ela gostava de foder. O Luis levantou-se de onde estava e veio para trás dela, também. Dei lugar a ele, que a pegou ainda de quatro e começou a socar seu pau dentro dela. Ela abaixou o corpo, encostando o rosto no chão, ficando só com a bunda empinada, e nós dois nos revezávamos metendo naquela buceta suculenta. Ficamos assim uns minutos, até que ela resolveu mudar. Deitou novamente no sofá, abriu as pernas e chamou o Luis. Ele recomeçou a comê-la, enquanto eu fui ao lado dela, com meu pau na altura da sua boca. Segurei sua cabeça e comecei a me mexer, como se estivesse realmente fodendo a sua boca. Logo mudamos de lugar, e fui de novo comê-la enquanto o Luis punha o pau para ser chupado.
Os minutos foram se passando, e ela gemia descompassadamente. Logo, enquanto eu a fodia e ela chupava novamente o Luis, ela teve um longo e delicioso gozo... Chegou a ficar mole, embaixo de mim. Vendo aquela putaria toda, o Luis avisou que iria gozar novamente:
-“Porra, Paulinha, sempre sonhei em gozar nessa sua boquinha carnuda. Vem cá, vem... faz minha vontade.”
Agradecida que estava pela longa tarde de prazer, a Paulinha surpreendentemente resolveu atender a um pedido de seus machos. Colocou o Luis sentado no sofá, e segurando o pau dele apontado para cima começou a fazer um boquete digno do cinema pornô... Mantinha a sua boca aberta, mal encostando no pau dele, excitando-o com um movimento longo e profundo. As vezes parava, mantendo só a cabeça do pau dele na boca, punhetando-o, para logo em seguida recomeçar a chupá-lo inteiro. Ele não agüentou muito tempo, e logo despejou uma torrrente de porra na boca dela. A Paulinha, safada, deixava a porra bater dentro da sua boca, e escorrer de volta para o pau dele, e continuava na chupeta. Ficou assim um longo tempo, se encarregando de limpar todo o pau do Luis, que a essa altura, jazia largado no sofá, exausto.
Eu havia ficado apreciando aquela putaria toda, e acabei não gozando. Precisamos nos arrumar e dar um jeito na zona que a sala havia se transformado, antes que chegasse alguém. O Luís logo se vestiu, se despediu da Paulinha com um beijo e me deu um tchau com uma expressão eternamente agradecida. A Paulinha foi tomar outro banho no seu banheiro e eu no meu.
Confesso que eu estava meio frustrado, já que tinha planejado que, seduzida pela trepada com dois homens, ela finalmente liberaria o rabo para mim. Não havia dado certo, e eu havia até mesmo perdido um pouco o interesse na trepada, nem mesmo gozando na segunda trepada (no meu caso, tecnicamente a terceira do dia, já que havia trepado uns bons minutos com ela antes da entrada em cena do Luis). De qualquer jeito, meu pau reclamava por atenção.
Sai do banho pensando na ironia da situação, já que fatalmente acabaria usando minha namorada para saciar o tesão pendente pela empregada! Ri sozinho do meu pensamento, e sai do banheiro para tomar um susto ao entrar no meu quarto.
A Paulinha estava ali, de banho tomado, vestindo somente uma calcinha preta, minúscula e deliciosa.
- “Foi uma arte e tanto, o quê você aprontou hoje...”
- “Bem, não parece que você não tenha gostado.”
- “Eu não disse isso. Disse apenas que foi uma arte, e que você conseguiu mesmo me surpreender. “
- “E isso é bom?”
- “É diferente... Não estou acostumada a ser pega de surpresa. Estou acostumada a eu dar as cartas.”
- “E?”
- “E eu quero te dizer que adorei a surpresa. E que vim aqui te agradecer, antes que seus pais cheguem...”
E dizendo isso, virou de costas para mim e foi caminhando delicadamente até a minha cama. Como em nossa primeira transa, foi engatinhando por cima da cama, como uma felina, mostrando e gingando aquela bunda fantástica. Fui para a cama, atrás dela. Meu pau socava o meu umbigo, com aquela visão dos céus.
Sem trocarmos uma só palavra, coloquei as mãos por dentro das tiras laterais da sua calcinha e lentamente a puxei para baixo, revelando por inteiro sua bundinha, como quem abre com cuidado um porta-jóias. Separei as duas bandas da sua bunda, e lentamente toquei meu objeto de desejo com a ponta da língua. Ela se arrepiou. Assim como ela havia feito com o Luis, fiquei circulando o alvo, sem tocá-lo diretamente. Dava beijinhos e mordia suas nádegas. Raspei o dedo na sua xoxota, toda exposta, e molhadinha. Levei com a ponta do dedo o seu sumo para cima, até seu cuzinho. Encostei o dedo indicador e pressionei. Seu buraquinho, voraz, engoliu a ponta do meu dedo, piscando. Ela gemia de tesão.
Continuei brincando, aprofundando meu dedo, e em seguida colocando um segundo dedo. Passei a fodê-la, devagar, com meus dois dedos. Assim como antes, ela estava de quatro, com o rosto afundado na cama, só com a cintura levantada. Sua bunda parecia (e era, na verdade), um troféu.
Levantei-me e, forçando meu pau duríssimo que, duríssimo, teimava em apontar para cima, encostei a cabeça no seu rabinho. Ela gemeu mais alto. Nem precisei encostar uma mão nela, tão abertinha e empinada ela estava. Apenas segurei meu pau apontado para o alvo, e fui penetrando. Muito lentamente, desfrutando de cada milímetro.

Logo eu tinha cerca de metade do pau dentro do cuzinho dela. Coloquei as mãos na sua cintura, e iniciei um lento movimento de vai-e-vem. Ela seguia gemendo e resmungando coisas que eu não entendia. Meu pau dentro do seu cuzinho parecia arder em fogo.
Levantei uma das pernas, mantendo o outro joelho no colchão, para me apoiar melhor, e segurando-a com firmeza fiz meu pau inteiro deslizar para dentro dela.
- “Aaaiiiii... Safado.... Isso, vai, enfia tudo... Vem, come meu rabo... Era isso que você queria, não era? Vem, mete...”
Eu já nem ouvia o que ela falava. Mexendo minha cintura rapidamente, passei a fodê-la num ritmo alucinante, arrancando suspiros e gemidos dos dois. Senti que não dava mais para segurar, e metendo meu pau o mais fundo que consegui, enchi seu cu com a mais deliciosa gozada dos últimos meses. Me pareceu uma eternidade o tempo que senti meu pau esguichando meu leite dentro dela. Caimos os dois para o lado, prostrados.
- “Caralho... acho que não vou ter forças para fazer mais nada, hoje. Você estava foda hoje, hein?”
- “Ah, para com isso... foi bom, não foi?”
- “Claro que foi. Bem, pelo menos agora você vai deixar minha pobre bundinha em paz.”
- “Muito pelo contrário... Agora que provei, sei o quê é bom.”
- “Nada disso... Hoje foi um prêmio para você, uma exceção. Não vem querendo acostumar, não.”
- “Para, Paulinha. Eu sei que você curte. Você usava isso para me controlar, né sua putinha...”
- “Eu tenho meus truques.”, disse ela rindo.
- “Bem, agora eu também tenho. Eu aprendi a ler seus desejos.”
- “O quê você quer dizer com isso?”
- “Quero dizer que eu vi seu olhar quando falei de fazermos uma DP.”
Silêncio...
- “Está vendo só, sua cara de safada??? Já vi que o Luis vai ter que voltar aqui, semana que vem.”
E, realmente, ele voltou.
 contatos: dinho-1968@live.com ou @1968dinho

MINHA ESPOSA SEU AMANTE E MINHA VINGANÇA, por email


 Desde que tive a constatação de que Carla dava para outro passei a investigá-la. Nunca achei que vigiar alguém fosse correto mas no meu caso julguei que seria justo. Fiz descobertas importantes. Por exemplo: as terças e quintas-feiras ela não dá as três primeiras aulas no período noturno como sempre alegou, e no entanto nesses dias nunca chegou em casa antes das 21:45, está sempre "trabalhando"! Foi numa dessas quintas de "aulas noturnas" que resolvi segui-la para ver o que poderia descobrir. Vim do trabalho com um dos carros alugados pela empresa, um celta prata, com placas de Curitiba, ótimo disfarce; mesmo assim parei distante de casa em lugar onde ela não me percebesse mas que eu pudesse ver qualquer movimentação. Faltavam uns quinze minutos para as 19 horas quando o carro dela saiu, descendo em direção da avenida; segui dando uma distância de segurança pois apesar de eu não poder vê-la por conta do insulfim do seu automóvel, ela poderia me observar pelo retrovisor já que o veículo que eu usava tinha os vidros translúcidos originais. Ela dirigia com rapidez, não estava fácil acompanhá-la sem perder de vista. Após uns dois quilômetros, numa rua longa de pouco movimento percebi que ela colocou o pé no freio reduzindo muito a velocidade, pensei que fosse parar, entretanto ela havia reduzido a marcha para dar passagem a um Prisma branco parado num cruzamento adiante dando sinais de f arol; Carla passou a segui-lo quase colado na traseira; eu seguia a ambos. Deram algumas voltas, passaram por ruas desnecessárias, talvez fugindo de olhos indesejáveis, até chegarem a uma avenida ampla e arborizada, cujo canteiro central é utilizado por dezenas de pessoas que lá vão fazer caminhada; reduziram a velocidade à procura de vaga para estacionar até encontrarem uma inclinação lateral, prolongamento da calçada, onde embicaram os carros lado a lado; uma árvore grossa impedia que alguém passasse pela frente dos carros. Eu parei a uns 30 metros deles e fiquei observando o que iria acontecer.. Acreditei que fossem caminhar juntos. Mas, ao contrário, do carro branco saiu um sujeito que não pude ver bem quem e como era, percebi apenas que estava bem vestido; rapidamente ele passou para o carro de Carla, abriu a porta do lado do motorista e entrou! "Caralho!" - pensei - "Ela já passou para o banco da direita e o cara sabia... a movimentação deles é sincronizada, estão habituados a isso!" Torci para estar enganado. Esperei que saíssem os dois para caminhar, pura ilusão! Passaram-se dois, três, cinco, dez minutos, e nada... Aí eu tive mais um motivo para sentir certeza do que já sabia. Pensei em me aproximar para pegar os dois em flagrante, minhas pernas tremiam, minha respiração falhava, o coração trepidava. Mas, também pensava: "e se eu chegar lá e os dois estiverem somente conversando? O que de grave poderei alegar?". Por outro lado minha consciência me alertava: "Deixe de ser trouxa, os dois estão se pegando... ela deitou o banco do passageiro e ele está por cima dela..." De repente caí em mim: minha mulher, puta, dando para o desgraçado no interior do seu carro e eu, ali, no meu, criando imagens, fantasiando e, confesso, sentindo prazer! Sem perceber tinha ficado de pau duro, estava alisando-o, me punhetando lentamente! Examinei minha cueca com a mão e senti que ela também estava molhada, talvez como as coxas de Carla! Eu estava em ponto de gozar só de imaginar as cenas de sexo e traição que por certo estariam acontecendo no carro de minha mulher. Não, eu não podia sentir aquele prazer! Eu não me permitia! Onde já se viu alguém gostar de saber que a esposa está com outro, transando! Eu não me dava esse direito! Pensei mil coisas, mas nessas horas o melhor a fazer é deixar a cabeça esfriar para tomar uma atitude mais racional depois. Foi o que fiz. Mesmo continuando ali para assistir ao desfecho, resolvi que decidiria tudo mais tarde em casa. Teria uma conversa séria com Carla. Passou-se muito tempo até que o filho da puta saiu do carro dela. Olhou para os lados rapidamente e vendo que não havia ninguém correu para o seu Prisma branco, ligou, deu ré e ficou aguardando que ela também saísse. Carla ainda esperou uns cinco minutos, talvez estivesse se recompondo do gozo, depois ligou as lanternas mas antes que saísse, eu dei a partida e arranquei antes dos dois; fui esperar minha mulher em casa. Peguei todos os atalhos para chegar antes dela, corri bastante, meu coração palpitava, eu estava um pouco zonzo. Parei uma esquina antes de nossa residência para guardar o carro no estacionamento, não queria que ela o visse, se ela comentasse sobre a falta do meu carro na garagem diria que tinha voltado de metrô por causa do trânsito infernal de São Paulo, como faço de vez em quando. Foi o tempo de eu entrar em casa e ela estacionar na frente do portão. Acionou o controle remoto, o portão foi subindo. Atirei-me no sofá como se já houvesse chegado há um bom tempo. Liguei a TV num canal bobo de vendas desses produtos inúteis, fiz cara de paisagem e aguardei-a entrar. Dessa vez ia pegá-la de jeito! Carla subiu as escadas, ouvi o tilintar do seu chaveiro, botou a chave na porta, abriu, entrou, fez festa ao me ver: - Amor, que saudade! Faz tempo que chegou? - Faz um pouco -respondi- cheguei na hora de sempre... e com você, tudo bem? - Tudo, amor, só um pouco cansada... essa turma do ensino médio noturno acaba comigo, estou exausta! - Ah, então venha cá, abrace seu maridinho, vou deixar você bem relaxadinha, te deixar toda zeeeeeennnnnn... - Claro, amor, me espera tomar um banho bem rápido, tá bom?" Carla vive sempre limpinha e perfumada (adoro seus perfumes) seus banhos são rituais quase sagrados porém, nessa noite eu não a deixei ir. Agarrei-a com um certo carinho: - Amor, hoje eu te quero assim, sem banho... quero sentir o cheiro natural do seu corpo... quero me embriagar com o odor da sua pele... me abrace... - Ah, você é tão doce - ela me respondeu - mas eu estou suada, me deixa ir... - Não agora... me dê a sua boca... isso... assim... me beija... Comecei a beijá-la e enquanto beijava traçava planos: ia deixá-la inteiramente nua depois contar tudo o que vi, xingá-la de puta e muito mais. Continuei beijando, mordendo com cuidado e carinho seus lábios carnudos; minhas mãos brincavam em sua nuca por debaixo dos cabelos macios... Nosso beijo durou uns três minutos, então fui descendo meus lábios até alcançar o pescoço dela, lambi-os com uma paixão enorme... minhas mãos desciam por suas costas, iam até a bunda e voltavam em movimentos ora verticais, ora circulares; abaixei as alças de sua blusinha branca, ela estava sem o sutiã, seus seios duros ficaram apontados para mim; passei a mamar bem nas pontinhas; apertava-os com os lábios e com a língua friccionava-os com suaves movimentos circulares; minhas mãos desciam até seus joelhos e depois subiam, ora por trás ora pela frente das coxas; eu sentia sua pele arrepiada. Ela soltou um gemido, apertou minha cabeça contra os seios pedindo que os chupasse mais, obedeci, chupei-os com tanto capricho como nunca houvera feito em toda a nossa vida de casados. Em minha cabeça eu desenhava o momento em que, no auge da excitação, iria contar tudo a ela. Enquanto o momento não chegava, minhas mãos percorriam todo o seu corpo e minha boca, agora, aquecia seu umbigo; eu lambia sua barriga inteira fazendo-a tremer. Puxei sua saia para baixo, levei-a aos pés, então descobri que estava usando uma calcinha erótica que eu havia comprado num sex shop e lhe dado de presente e ela usara para transar com outro macho!

. Abaixei a calcinha também e nesse momento sua boceta exalou um forte cheiro de mulher! Me excitei, confesso, o cheiro de Carla é muito bom. Meu pau começou a latejar. Carla estava em estado de delírio, apoiava-se com as duas mãos no encosto do sofá para não cair. Minha boca foi até seu grelinho. Meu tesão aumentou, me arrepiei, ela gemeu, estremeceu. Prendi seu grelo entre os lábios, suguei-o como se fosse engolir, passei a fazer movimentos leves masturbando-a com a boca e a língua simultaneamente; ela me agarrou pelos cabelos e prendeu meu rosto contra sua púbis; 


eu tinha em minha boca seu grelinho inteiro, com os polegares juntos metia em sua bocetinha enfiando e tirando em movimentos rápidos. Carla não estava aguentando mais. Então, gemendo, me implorou: - Me come, amor, pelo amor de deus... quero te sentir dentro de mim... por favor, eu te peço... Não me rendi ao seu apelo, mantive meu controle. Mas ela não parava de pedir: - Me leva pra cama ou então me come aqui mesmo em pé... quero fazer amor com você... eu te amo, te quero... vamos, amor, vamos transar... Fazendo de tudo para me controlar, pois queria levá-la à loucura para executar meu plano, resolvi prolongar mais aquela loucura. Pedi a ela: - Vire de costas para mim... quero beijar seu cu... Ela obedeceu imediatamente arrebitando a bunda diante do meu rosto: - Eu sei que você gosta dele, pode beijar que ele é seu... beija... Com as duas mãos Carla abriu a bundinha deixando à mostra seu cu tão bonito, gostoso e... largo. Quando encostei minha boca para beijá-lo, senti um odor diferente do perfume intimo que ela usa, era cheiro de borracha, cheiro de camisinha! Então, eu estava certo, ela tinha dado o cu dentro do carro para o sujeito. Mas eu me contive ainda uma vez e fiz apenas um comentáriozinho maldoso: - Amor... seu cu está com cheirinho de Jontex... -  É perfuminho pra você... ele é seu, beija ele, beija com gosto.... - Mas, esse cheiro de camisinha, benzinho... por quê? - Não sei do que você está falando... pense no meu buraquinho que você tanto gosta.... é todo seu, beija, lambe... Botei meus lábios nele, beijei com gosto e, juro, estava com gosto de borracha. Lembrei-me dela dentro do carro com o filho da puta do amigo, amante. Pensei que eu estava na portinha do cuzinho que o outro havia comido. Então, sem entender por quê, meu pau começou a pulsar mais forte como que para gozar. Meu tesão era enorme! Não me lembro de ter sentido antes um tesão assim por minha mulher. Ela pedia que eu metesse o pau em seu rabo: - Vem, amor, não estou aguentando mais... vem me comer se não eu vou gozar assim mesmo! Eu não tinha certeza se devia ou não come-la daquela vez, minha intenção inicial era somente torturá-la, contudo o fato de pensar que outro homem a comera havia tão pouco tempo me causava um prazer desconhecido por mim, titubeei um pouco. Assim, ela enfiou os próprios dedos na boceta e em menos de um minuto gozou... gozou sem que eu a penetrasse... gozou deliciosamente. Fiquei em pé observando-a em seu gozo.


Então ela se atirou em mim, arrancou meu cinto, puxou minha calça, meteu a boca em meu pau e passou a fazer o boquete mais delicioso da minha vida. Enquanto me chupava alucinadamente, fui mudando de idéia: Dessa vez eu iria fingir que não tinha visto nada, deixaria para a próxima semana, aí sim, levaria até a filmadora para registrar todos os momentos e depois mostraria para ela na tela da tv. Isso mesmo! Na semana seguinte eu me abasteceria de melhores provas. Por enquanto... fechei os olhos e curti o calor de sua boca em meu pau: - Isso, Carlinha, me chupa, amor... chupa que eu vou... eu vou... go...zaaaaaaaaaaarrrrrrr... Transamos muito até a madrugada. Minha vingança ficou adiada para a semana seguinte afinal eu devia dar um tempo para refletir melhor a respeito mesmo porque Carla é minha doce esposa e mesmo dando para outro eu a amo muito!


Comentário, contatos: dinho-1968@live.com