sexta-feira, 18 de novembro de 2011

MAIS AMADORAS






FOTOS AMADORAS....QUE TAL MANDAREM AS SUAS????











FOTOS SAFADINHAS PRA CURTIR E COMENTAR








A Obra






Moramos por muitos anos em uma pequena cidade do interior do Rio Grande do Sul e devido a nossa atividade profissional éramos muito conhecidos no meio social e comercial, motivo pelo qual sempre buscamos nos preservar, principalmente em nosso Município, procurando chamar a atenção o menos possível e sempre que queríamos aprontar alguma sacanagem viajávamos para grandes cidades onde a possibilidade de reconhecimento era bem menor.
Nós morávamos em uma casa de dois andares em uma das principais e mais movimentadas ruas de nossa pequena cidade, esta casa tinha um terraço maravilhoso, com piscina e salão de festas, o terraço é cercado por um pequeno muro de aproximadamente 60 cm. de altura e eu uso este terraço e piscina para tomar banho de sol e geralmente fico nuazinha já que devido a nossa casa ser o prédio mais alto da rua, os vizinhos não conseguem me enxergar.
Em certa ocasião devido a problemas de vazamento no terraço que começou a dar infiltração nos quartos, tivemos que buscar uma empresa especializada e mandar quebrar e refazer o piso do terraço e da piscina e como não havia uma empresa confiável que fizesse este tipo de trabalho na nossa cidadezinha o Roberto acabou contratando o serviço de uma empresa de Porto Alegre que lhe havia sido recomendada por conhecidos e eles ficaram de nos enviar os profissionais o mais rápido possível para realizar o serviço.
No dia marcado ficamos esperando em casa e ao tocarem na portaria mandamos subir, haviam chegado os dois profissionais, um deles mulato, forte, meio mal encarado, jeito de malvado e tarado, chamado Anderson e o outro não tem descrição apropriada, aquilo não era encanador, nem bombeiro hidráulico, era um Deus grego, loiro, olhos azuis, lindo, lindo, lindo... Simpático, sorridente, maravilhoso, mais parecia um manequim ou modelo, rosto perfeito, dentes perfeitos, corpo sarado, boa pinta, galante, cabelos bem cuidados e se chamava Carlos.
O Carlos era o encarregado e responsável pelo andamento da obra e o Roberto deu as instruções de como queria o trabalho, o que deveria ser feito e acertou todos os detalhes que julgou necessário, eu por minha vez, não conseguia tirar os olhos dele e estava me derretendo toda e fazendo charminho para ele, descaradamente, o Roberto sentindo a maldade e como já conhece os meus sintomas de putaria disse ao meu ouvido: - Olha bem o que vais fazer, não vá arrumar confusão que vais te arrepender mais tarde e após saiu para o trabalho.
Eu fiquei em casa com nossa Secretária para dar assistência e cobertura aos trabalhadores no decorrer das obras e conversamos muito, ocasião em que tive a oportunidade de questionar sobre a vida do Carlos e ele me confidenciou que a empresa era do Pai dele e que ele estava se formando em Educação Física e que aquele emprego era um bico que fazia e que lhe garantia uma boa receita mensal, além do fato de poder administrar seu tempo, sem ter compromisso fixo e sem muito sacrifício, além de ressaltar que gostava do ofício já que havia sido criado neste meio e trabalhava desde muito novo com o Pai.
Embora toda a tesão que senti pelo Carlos, refleti um pouco, voltei ao chão e vi que o Roberto estava coberto de razão e resolvi controlar minha tesão e instintos, mas o que não pude consegui controlar foi meu lado exibicionista e a vontade  de provocar os nossos amigos.
No primeiro dia tudo transcorreu relativamente calmo, embora depois do banho eu tenha colocado um shortinho hiper apertado, meio transparente, com uma micro tanga branquinha, enterrada no rabo e fiquei desfilando na frente deles para provocar e isto não passou despercebido, pois vi os olhares e cochichos que os dois trocavam e ficaram o tempo todo me observando de modo discreto, porém com muito interesse.
No segundo dia, resolvi ousar um pouco mais e coloquei um micro biquíni branco, sem forro e quando eles chegaram para trabalhar eu já estava na beira da piscina tomando sol, cada vez que eu entrava na água ficava praticamente nua já que o tecido do biquíni era quase uma renda e grudava na minha pele e mostrava claramente os contornos da minha bocetinha e os seios intumescidos de tesão.
Eles continuavam trabalhando ou pelo menos tentavam, pois não conseguiam desgrudar os olhos de mim, eu por minha vez estava adorando e aproveitava a oportunidade de me exibir e fazia mil e uma poses para eles que por sua vez já demonstravam não estar tão concentrados assim no trabalho e exibiam uma ereção muito interessante.
O Carlos sabia que era bonito e que havia mexido comigo e não perdia a oportunidade de me encarar e tentar puxar conversa e assim se passou o segundo dia e ficamos só nesta de paquera e brincando de gata e rato durante quase todo o tempo.
Eu já havia me decidido que a brincadeira terminaria ali e que não levaria a coisa adiante, mas no terceiro dia a coisa mudou, quando eles chegaram estavam produzidos, com outra aparência, bem barbeados, com uma roupa caprichada e bem perfumadinhos e logo quando que entraram, pediram licença para usar o banheiro e trocar de roupa.
Quando saíram quase tive um desmaio, se eu achei que era exibicionista eles me superaram e muito, pois o Carlos colocou um shortinho bem justo de lycra azul escuro, que realçava e destacava seu instrumento que era de muito bom tamanho e grossura e completou o look com uma camiseta regata que realçava seus músculos, corpo perfeito e bronzeado e o Anderson colocou um short largo, sem cueca e também camiseta regata que realçava seu corpo musculoso e forte.
Eles perceberam meu embaraço e notaram o efeito que haviam causado em mim e o Carlos abriu um largo sorriso e começaram a trabalhar, resolvi nesse momento mandar todo o juízo e precaução para o espaço e resolvi arriscar para ver no que daria.
Liguei para o Roberto e larguei a bomba, não estou conseguindo resistir, vou comer o encanador, o Roberto deu uma risada e disse que já estava esperando por isso e que só deveria ter muito tato para não arrumar encrenca e não por para perder tudo que construímos com anos de cuidado, mas como sabia que não ia adiantar me aconselhar ou dizer para não fazer, se desse merda eu não poderia me queixar depois..
Voltei à sala e pedi para nossa secretária fazer companhia aos dois e fui tomar um relaxante e demorado banho, me depilei, passei óleo em todo corpo, me perfumei, me produzi para matar e quando voltei ao terraço vestia um micro vestido branco que era um escândalo, hiper curto, hiper transparente e rodado, por baixo uma mini tanga enterrada no rabo e sem nada na parte de cima, também aproveitei e dei folga a secretária o resto do dia, pois ela tinha solicitado uma tarde para tratar de assuntos particulares e assim fiquei sozinha com meus gatos, que na minha avaliação passaram a ser os ratos, já que eu decidira caçá-los de modo inflexível.
Com este vestido eu ficava completamente exposta, contra o sol ficava praticamente nua e cada vez que me abaixava, curvava ou até mesmo movimentava dava para ver até a minha alma e lógico que eu fazia isto a todo o momento, descaradamente e agora quem estava sem respiração e sem conseguir falar eram os dois, estavam boquiabertos e ficavam me admirando sem falar nada, mas o que eu não esperava é que eles também resolveram fazer o jogo de sedução comigo e o Carlos a todo o momento ajeitava no short o pau endurecido que teimava em se mostrar e o Anderson mostrou ser ainda mais exibicionista do que nós dois juntos, além de saber jogar como ninguém o jogo da sedução, pois como ele estava sem cuecas e com um calção bastante largo e cada vez que ele se agachava o pau dele saia completamente para fora e era um senhor pau, grande, grosso, cabeçudo e eu não conseguia tirar os olhos daquelas maravilhas.
Encostei-me na mureta e fiquei conversando com o Carlos que estava terminando de quebrar o piso, enquanto o Anderson fazia um trabalho um pouco mais afastado e perto da piscina e o Carlos já estava me cantando descaradamente, falou que eu era muito bonita, sexy, que tinha pernas e corpo bonito e que havia adorado meu bronzeado e quando falei que praticamente todos dias tomava banho de sol no terraço ele perguntou se eu costumava tomar banho de sol nua ou com aqueles biquínis transparentes que não tapavam nada. Eu respondi que até tomava banho de sol nua algumas vezes, mas na maioria das vezes colocava uma micro tanguinha, pois meu marido adorava as marcas na minha bunda e na parte de cima não usava nada por isso o meu bronzeado era sempre parelho.
Ele falou então que as marquinhas deveriam ser maravilhosas e que ele adoraria ver, sem muita frescura levantei o vestido, baixei a calcinha e mostrei para ele as minhas marquinhas, olhei para o Anderson e ele tinha parado o trabalho e estava com os olhos arregalados me admirando.
Neste momento ouvi me chamarem da calçada em frente, me debrucei na mureta para ver quem era e constatei que era minha sogra acompanhada da minha cunhada que estavam indo as compras e vieram me convidar para ir junto, disse a elas que infelizmente não poderia, pois estávamos em obra e então ficamos conversando algum tempo e eu me curvei para a frente o que fez com que meu vestido subisse mais ainda e desse uma visão geral e irrestrita ao Carlos que estava logo atrás de mim, da minha boceta, rabo e  de todo o resto.
Fiz que não havia percebido a situação e durante o tempo em que conversávamos fui  me abrindo e me exibindo cada vez mais a meu espectador privilegiado, meu coração parecia que ia saltar pela boca e a excitação era fantástica.
Percebi que ele continuou “trabalhando” e foi se aproximando até ficar bem juntinho a mim, eu podia sentir sua presença bem próxima as minhas pernas, sentia seu olhar me analisando e queimando minhas carnes, olhei com o canto dos olhos para o Anderson e vi que ele havia parado de trabalhar e estava acariciando o pau fora do calção e observando o que estava rolando. Não resisti, não queria resistir o desejo era muito maior e me abri ainda mais me oferecendo ao Carlos que entendeu a mensagem e senti quando sua mão começou a acariciar timidamente meus tornozelos, me levando ao êxtase e não pude conter um suspiro, como ele não encontrou resistência nem reação contrária, foi subindo e acariciou minhas pernas e coxas, eu ai empinei a bunda para trás me oferecendo e ele agarrou minha bunda e esfregou os dedos na minha bocetinha alagada. A sensação foi indescritível, eu sentia ondas elétricas percorrendo meu corpo e minha tesão estava evidente, pois escorria por minhas pernas.
Eu já não conseguia manter uma conversa coerente com minha sogra e cunhada e aquela situação insólita estava me deixava mais alucinada ainda, se a velha sonhasse o que estava acontecendo ali na sua frente nem imagino o que aconteceria.
Ele com muita calma e experiência começou a bolinar meu grelo e comecei a respirar e falar com dificuldade, senti então um hálito quente subindo por minhas coxas, percebi quando as suas mãos afastaram minha calcinha para o lado e adorei quando uma língua ágil e vigorosa me penetrou, explorando toda a minha racha e o gozo foi imediato, forte, intenso, senti as pernas falsearem e a voz falhar.
Minha cunhada notou minha “indisposição” e perguntou o que eu estava sentindo e se estava bem?   Respondi-lhe que havia ficado em casa, pois estava gripada e um pouco indisposta e que iria me recostar um pouco para descansar, elas prontificaram-se a entrar e me fazer um pouco de companhia, o que energicamente recusei é claro, alegando que não estava sozinha, que nossa Secretaria estava comigo e se eu sentisse alguma coisa ligaria e pediria ajuda e que no momento precisava só de um pouco de descanso.
Despedi-me delas e sai do muro, entrei na casa seguida pelo meu macho que então me agarrou e me beijou com paixão e eu me derreti toda e agarrei aquele picão por sobre o shortinho, tirei o pau dele para fora e  cai de boca,  chupei e lambi aquele cacete maravilhoso, agarrando, apertando, lambendo e chupando aquelas bolas cheíssimas de tesão, ele sem se conter me agarrou pelos cabelos, colocou o pau até o fundo da minha garganta e encheu minha boca de esperma que engoli até a última gota.
Assim mesmo aquele mastro não desanimou e o puxei para o banheiro comigo e entramos para o chuveiro onde eu pedi que ele me penetrasse por trás me estocando forte e ele me penetrou e iniciou um suave movimento de vai e vem, enquanto nos beijávamos apaixonadamente ele falava ao meu ouvido que desde que havia me visto me desejou e sabia que iria me comer.
Ele então foi se abaixando me curvou para a frente e  lambeu o enfiou a língua com carinho no meu cuzinho me deixando enlouquecida, me apertava, chamava de putinha, foi subindo lambendo minha costas, mordeu minha nuca e eu fui me entregando, ele aproveitando a posição favorável começou a pincelar a entrada do meu cuzinho, era tudo que eu queria, me abri, facilitei o que pude e ele me penetrou de uma só vez.
O Carlos me curvou para a frente e me agarrando pela cintura, começou a fazer um cadenciado movimento de vai e vem e eu de olhos fechados curtia toda a sensação de ter aquele pauzão no rabo, confesso que nem lembrava mais do Anderson e só me lembrei e percebi a sua presença, quando senti uma pica enorme se esfregar no meu rosto e nos meus lábios e ao abrir os olhos vi que ele estava na minha frente nu e com uma ferramenta enorme e grossa a minha disposição, que eu abocanhei e chupei com gosto, enquanto sentia o movimento cadenciado das bolas do Carlos batendo nas minhas coxas de forma cada vez mais rápida até que o gozo veio, intenso e nos atingiu simultaneamente de modo maravilhoso, o Carlos inundou meu rabo de porra e o Anderson me afogou com sua porra grossa e caudalosa...
O Carlos tirou a pica do meu cuzinho e me banhou e ficou me beijando enquanto confidenciava  ao meu ouvido que tinha acabado de realizar o que sonhou fazer comigo desde que me viu no primeiro di, depois fomos para a sala e eu pedi para o Carlos meter na minha boceta e quando sentei no seu colo, a minha bundinha ficou a disposição do Anderson que sem muita relutância comeu meu rabo.
Logo após liguei para o Roberto e contei o que havia acontecido e ele ficou puto da cara comigo, falou que eu não tinha juízo mesmo e que se desse problema ele não queria nem saber, depois coloquei novamente aquele biquinizinho transparente e fui para a piscina e os dois se revezavam entre o tempo que trabalhavam e o tempo que me bolinavam, então eles pediram para mim ficar nuazinha no terraço e falei que ficaria desde que eles também ficassem a vontade, então ficamos os três nus na beira da piscina as vezes eles vinham perto de mim e os chupava, outras vezes eles simplesmente vinham até onde eu estava e enfiavam o pau em algum dos meus buracos.
No finalzinho da tarde, antes deles irem embora e antes do Roberto chegar os dois me fizeram uma nova dupla penetração e ficaram me bolinando e brincando comigo longo tempo e quando eles estavam a ponto de gozar, me ajoelhei e fiz um boquete caprichado nos dois, deixando eles gozarem na minha boca, rosto e seios e eles então foram embora.
Quando o Roberto chegou em casa eu estava toda lambuzada de porra e quando comentei que não havia dado para um e sim para os dois o Roberto ficou muito puto da cara comigo e me cobrou onde estava toda aquela preocupação de segurança e imagem que eu sempre falava e que fazia questão de manter. Reconheci  que merecia a mijada e lógico que reconhecia que ele tinha razão, mas disse a ele, tens que entender não pude resistir e “foi tão bom” e dei um beijo nele para sentir o gosto da porra dos outros machos.. rs...rs...rs...
Ele então relaxou, deu uma risada e pediu para contar em detalhes tudo que tinha acontecido e no fim a gente deu uma trepada maravilhosa, embora ele tenha constatado que eu estava toda arrombada de tanta surra de pica que levei o dia inteiro e ficou mais preocupado ainda quando contei que o Carlos estava me chupando na frente da mãe e irmã dele, mas que achava que elas não haviam percebido. rs...rs...rs...
O Carlos e o Anderson ainda trabalharam quase uma semana lá em casa, mas eu procurei não estar mais presente nos horários em que eles estavam trabalhando, ou pelo menos não fiquei mais sozinha com eles, para não dar mais sorte ao azar.
Na parte final dos trabalhos o Roberto tomou as rédeas e fez a verificação final e nunca mais os vi, embora ainda guardado comigo o cartão com telefone deles, pois imagino que mais cedo ou mais tarde vou ter uma novo serviço para eles fazerem.

Cláudia Escort Girl I




Vocês já me conhecem de contos anteriores, sou a Cláudia, nome verdadeiro, sou morena, 1:53 cm. de altura, tipo mignon, seios volumosos, cinturinha fina, pernas grossas e minha bunda grande e arrebitada sempre fez muito sucesso entre homens e mulheres.
Hoje tenho 48 anos, mas desde muito jovem sempre tive uma enorme tendência a ser muito putinha e só usava saias e vestidos super curtos e muito transparentes, com mini tanguinhas que não cobriam nem os lábios da minha bocetinha e ficavam sempre enterradas no meu rabo, fazendo a alegria de quem tinha oportunidade de ver, que era praticamente todo mundo,  já que nunca me preocupei muito em esconder... rs..rs...rs...
Meu marido Roberto trabalhou até a pouco, como representante comercial e hoje está aposentado, tem 55 anos, 98 kg.  e  mudamos para Santa Catarina há pouco tempo, embora estejamos sempre viajando o mundo.
Mas seguindo nosso processo de colocar em forma de contos, todas as nossas aventuras e experiências, vou relatar uma de minhas fantasias mais prazerosas e que me trouxe muita tesão e prazer quando foi realizada.
Como vocês já sabem sou casada com um cara que adora sacanagens e curte muito me ver fazendo as mais variadas loucuras e putarias, adora ver me exibindo, transando com outros homens, mulheres e casais e eu por minha vez como adoro sexo e não tenho qualquer tipo de preconceito aproveito a oportunidade, amo chupar, lamber, arranhar, engolir porra, dar o rabinho, ser penetrada por duas picas ou mais ao mesmo tempo e curtir tudo de prazeroso que o sexo pode me proporcionar.
Meu marido sempre me incentivou a realizar as mais diversas loucuras e sacanagens e adora quando eu ando com roupas bem curtas, mini-saias, mini-blusas, roupas bem transparentes, saias curtas e sem calcinhas, adora ver os homens me desejando e curte muito as cantadas que recebo dos machos que cruzam meu caminho.
Um de nossos divertimentos favoritos sempre foi o exibicionismo, sempre curtimos pegar o carro e ir a postos de gasolina mais afastados de nossa casa. Nestas ocasiões sempre ia sem calcinhas, e quando os atendentes chegavam para limpar o pára-brisa ou olhar a água do carro, eu abria e escancarava as pernas e mostrava toda minha chaninha  sempre depilada e a esta altura já molhadinha, os deixando alucinados e de pau duro.
Nem preciso nem dizer o quanto éramos bem tratados nestas ocasiões nos postos, e embora eles geralmente demorassem uma eternidade para fazer o serviço... rs..rs...rs...,  o atendimento principalmente na parte dianteira do carro, onde dá maior e melhor visão da minha bocetinha, vidros dianteiros, água e bateria, era sempre nota dez, perfeito e de primeira.
Outra loucura que adorávamos aprontar era provocar o pessoal que faz tele entrega e ligávamos para uma tele pizza, tele galeto ou comida chinesa e fazíamos uma encomenda e quando o entregador chegava, invariavelmente eu estava com um vestido ou camisola super transparente, com uma minúscula tanguinha enterrada no rabo ou sem calcinha, ou ainda simplesmente enrolada em uma toalha grande que estrategicamente deixava cair no momento certo, ficando nuazinha em pelo, para espanto e deleite do meu desprevenido espectador.
Também adorava ficar nua ou quase nua dentro do carro e saíamos passear por ruas movimentadas da cidade, quando ficava me exibindo e me masturbando, causando verdadeiro furor quando encostávamos ao lado de algum ônibus ou caminhão, ocasião em que fazia de tudo para que os motoristas me vissem. Em algumas ocasiões até descia do carro e aprontava alguma com os caminhoneiros, ou então íamos ao Parque Marinha do Brasil, na beira do rio Guaíba e transávamos dentro do carro, com as portas abertas, para que nos vissem, situações que renderam contos específicos sobre o assunto.
Uma das maiores fantasias que curtia na época e que depois realizei e que também vai ser objeto de um conto específico, era  transar com um negrão, grande, com um pau enorme, descomunal de preferência, para que ele me agarrasse a força e me estuprasse e fizesse comigo tudo que lhe passasse na cabeça, me deixando arrombada e acabada.
Mas, vamos ao conto de hoje e que foi um dos lances mais ousados e eróticos que realizei até hoje, talvez por ser inédito e meio que inesperado. Existe uma rua em Porto Alegre, que se chama Voluntários da Pátria, nesta rua diversas prostitutas e Travestis fazem ponto, nos lugares mais afastados do centro. Uma noite o Roberto me pediu para colocar uma roupa de putinha que íamos sair e dar uma volta. Coloquei uma mini tanguinha, um micro vestido que deixava de fora toda minha bunda e fomos para o carro.
Ele foi diretamente para a Rua Voluntários da Pátria e como inicialmente eu não havia entendido muito bem o espírito da coisa, quando lá chegamos ele me pediu para descer do carro e ficar caminhando na avenida, junto com as garotas de programa, fazendo ponto naquele local.
Como manifestei estar nervosa e preocupada com o que poderia ocorrer, ele disse que ficaria por perto e que era para mim curtir, se quisesse dar para alguém ficava a meu critério, ele se afastou, estacionou num local um pouco mais escuro, mas continuou dentro do carro. Viu quando diversos carros pararam, me oferecendo carona e perguntando quanto eu cobrava por programa.
Como já tinha tomado uns uísques a mais e já estava meias altinha e com muita tesão, para provocar ainda mais a turma, tirei o vestido ficando apenas com a tanguinha, que mal cobria meu rego e ai foi demais, buzinas, cantadas e ofertas de programa choveram e inclusive encostei em um carro, onde o condutor, me apalpou todinha, chupou meus peitos e deu o pau para mim agarrar. Quando a coisa começou a ficar muito movimentada e agitada, ameaçando sair do controle, o Roberto me chamou, entrei no carro e saímos do local.
Antes de voltas para casa, entre a Rua Voluntários da Pátria e a Farrapos, passamos por uma rua um pouco mais escura e o que nos chamou a atenção foi o fato de ter um barzinho com alguns homens bebendo em mesas na rua.
O Roberto então estacionou o carro a uns 100 mts. do bar e me mandou descer e ficar desfilando e me exibindo ali mesmo, depois saiu do carro, tirou o pau para fora, me fez ajoelhar e chupar, até encher minha boca de porra, que eu engoli e lambi até deixar tudo limpinho. Logo a seguir ele me colocou por sobre o carro, levantou meu vestido, afastou minha tanguinha para o lado e enfiou o cacete de uma só vez, me comendo ali mesmo, enquanto me desmanchava em gozo.
A sensação foi maravilhosa, de tesão, de coisa proibida, era o máximo estar em plena rua, sendo fodida em cima de um carro e com platéia e quando percebemos que os ânimos começaram a se exaltar e que a barra estava começando a ficar pesada, pegamos o carro e fomos embora para casa, onde ele me comeu novamente.
A adrenalina foi muita e eu adorei a sensação e a idéia de ser tratada como uma prostituta, fato que não saia da minha cabeça e que comentei várias vezes com o Roberto, inclusive confidenciei que queria repetir outras vezes e ele falou que também tinha curtido muito.
Passado algum tempo comentei com ele a tesão que me senti quando estava no ponto das prostitutas, quando o condutor do carro parou e ficou me apalpando e bolinando, também comentei da sensação maravilhosa que senti ao pegar no pau dele, que estava bem duro em minha homenagem e que só não fui adiante porque me senti insegura, mas que adoraria fazer um  programa real para ver como seria.
Ele prontamente aceitou e adorou a idéia, mas colocou como condição que eu incorporasse mesmo uma prostituta e que fizesse um programa por dinheiro e me deu três opções para realizar esta fantasia:
Se eu quisesse ele poderia por um anúncio no jornal me oferecendo como Escort Girl, ou ou então me levaria a um cabaré de um amigo dele em Santa Cruz e eu ficaria como uma das meninas da casa ou então faria contato com a Marlene, uma amiga nossa que gerenciava uma conhecida agencia de acompanhantes de executivos de Porto Alegre,  pedindo para que arrumasse um programa para mim.
A Marlene durante muito tempo participou de ménages e surubas conosco e o Roberto muitas vezes entrevistava as garotas que se candidatavam a trabalhar para ela.
Pela confiança e me sentindo mais segura optei que o ideal seria realizar a fantasia com a ajuda de nossa amiga e após realizarmos contato ela falou que teria o máximo prazer em nos ajudar a realizar a fantasia e que selecionaria a melhor opção e mais segura, para que não desse nenhum tipo de problema.
Dois dias depois ela nos ligou e falou que havia me indicado a um executivo que estava chegando de São Paulo, que ele já era cliente assíduo da casa e que vinha periodicamente a Porto Alegre e que havia lhe ligado dizendo querer fazer um programa, que queria alguém novo e com as minhas características e perguntou se eu topava fazer o programa no outro dia.
Nem pensei duas vezes, aceitei na hora e comecei a contar os minutos que faltavam para o momento tão esperado. No dia seguinte tomei demorado banho, me depilei, passei óleo em todo corpo, me perfumei, vesti uma mini tanguinha, com um micro sutiã, uma mini-saia preta e um casaco vermelho com um decote que mais mostrava tudo que escondia e o Roberto me levou para o ponto programado de encontro, muito tranqüila, pois como ele já era cliente antigo e conhecido da Marlene, pude ir à luta despreocupadamente.
O Roberto me deixou no local marcado e não tive que esperar muito, pois logo em seguida o Ricardo chegou, em um Logus prateado e se mostrou ser um homem muito gentil, bonito e sensual.
Ao entrar no carro, a saia subiu e minhas coxas e calcinha ficaram de fora e ele imediatamente começou a passar as mãos em minhas pernas, enfiou os dedos na minha boceta, por dentro da minha calcinha e lambeu depois. Posteriormente enviou as mãos pelo meu decote, alisou meus seios e pediu para que eu abrisse os botões do casaco.
Começamos a conversar e ele disse tudo o que iria fazer comigo, me chupar, me pegar a força, me comer de frente, de costas, comer meu rabo, a esta altura já estava toda ensopada de excitação e fui descendo a mão pela sua perna até que encontrei o seu pau que já estava completamente duro. Abri o zíper e abocanhei ali mesmo, com toda a tesão do mundo, ele se contorcia, sua respiração se tornou ofegante e eu brincava com minha língua na cabeça daquele caralho maravilhoso.
Levou-me direto a um motel, ao entramos ele me agarrou no colo e começou a me beijar , me chamava de putinha, vadia e se esfregava em mim. Pedi então que se deitasse e comecei a dançar para ele, uma dança lenta, sensual, me sentia a mais vadia das putas, me esfregava no seu pau, subia em cima dele beijava sua boca, mordia e agarrava o pau por cima da calça, esfregava a boceta na sua cara.
Após muita bolinação que me deixou completamente alagada e enlouquecida ele se levantou veio por trás de mim e abriu o meu casaco tirando-o, após tirou minha saia deixando-me só de calcinha e sutiã e ficou me beijando e dizendo muita putaria no meu ouvido, enquanto colocava o pau latejante e muito quente no meio das minhas coxas.
Lentamente e entre muitos beijos e carinhos tirou meu soutien e por ultimo tirou minha calcinha, de modo metódico, com muitos amassos, chupadas, esfregadas e bolinações que me fizeram ficar enlouquecida.
Levou-me em direção a cama, mandou ficar com as mãos sobre ela , enfiou a língua em minha chana e no meu cú me preparando para a penetração, depois simplesmente abriu minhas pernas e enfiou aquele caralhão em mim de uma só vez, sem dó, sem nenhum aviso, sem nenhuma preparação, me fazendo ver estrelas e me fazendo ter um orgasmo devastador, maravilhoso, aquele homem era o máximo, sabia o que fazer e como foder uma mulher.
Fodemos como doidos, eu dei para ele de tudo que foi jeito, por cima, de cachorrinho, papai e mamãe, de costas, chupei-o todinho, fazia de tudo para agradá-lo, pois queria retribuir de qualquer maneira todo prazer que ele estava me dando.


Nem pensei em maiores cuidados em queria sentir a porra dele no meu útero, o puxei para mim, trancei as pernas na cintura dele e disse que queria sentir os jatos ferventes de esperma no fundo da minha boceta, queria senti-lo crescer ejacular e murchar dentro de mim e ele gozou, rios de porra, que escorreram por minhas coxas, me levando a outro gozo fantástico, enquanto nossa línguas se enroscavam num beijo apaixonado e cheio de tesão
Depois eu lambi o pau dele, lambi para deixar limpinho, lambi porque queria sentir o gosto dele misturado com o meu, lambi porque amei aquele pau, amei aquele gosto de esperma que me enlouquecia, ele então carinhosamente pediu para que eu engolisse todo o pau dele e que o deixasse bem duro lubrificado, pois iria comer meu cú. Chupei com vontade, lambi, mordi, coloquei as bolas na boca, passei a língua no rabo dele e então ele carinhosamente me virou de costas e começou a lamber meu cuzinho, depois se posicionou por trás e colocou a cabeça do caralho na entrada do meu buraquinho mais sensível e foi enfiando.
Confesso que tive um pouco de receio, pois o seu pau era muito grosso e até resisti (um pouquinho), ao que ele me pegou a força e começou a de modo mais forte e eu resisti enquanto pude, (mas não muito) e finalmente a cabeça passou e ele me segurando pelos cabelos, sem dó e sem piedade afundou aquele cacetão no meu cú, me arrombando e me fazendo gritar de dor e de prazer.
Dentro de mim ele começou um vai e vem alucinante e gozei novamente, gozei diversas vezes, em ondas, implorei para ficar de frente para ele, pois queria beijá-lo e olhar no rosto dele na hora que ele fosse encher meu rabo de porra.
Ele atendeu meu pedido, me posicionou na beira da cama, colocou minhas pernas nos ombros e foi enfiando novamente o pau no meu rabo. Ele me chamava de putinha e eu enlouqueci, pedia para ele meter mais forte, para tirar tudo e enfiar novamente, para chupar meus seios, pedi para ele me bater  e ele começou a bater na minha cara, com prazer, sem eu ter que pedir duas vezes, a sensação de ser submetida me levou a gozos convulsivos e intensos.
Então ele gozou no meu rabo, encheu meu cú de uma porra quente maravilhosa, que parecia que estava desmanchando minhas entranhas, me senti estufada, aberta, arrombada e gozei novamente com ele.
Quando me dei conta, ele estava fazendo carinhos no meu rosto e me beijando e ficamos namorando um bom tempo na cama, depois fomos para o chuveiro e ele me comeu novamente e gozou na minha boca, pedindo para mim engolir toda porra, o que fiz com prazer.
Ele comentou que estava maravilhado, pois não era comum encontrar uma "Profissional" tão dedicada ao trabalho e curtisse tanto uma trepada e gozasse daquela maneira.
Após o banho, já saciada, realizada e muito dolorida, "peguei meu Pagamento" e fui embora...

Meu marido estava me aguardando, já de pica dura, para que lhe contasse como havia sido a aventura, e nem preciso dizer que foram mais algumas horas de trepada, embora ele tenha reclamado que eu estava arrombada no rabo e toda inchada na chana.

Após este dia soube que o Ricardo esteve outras vezes em Porto Alegre, e tentou me localizar através da Marlene, mas ela tinha instruções para dizer que eu havia mudado de cidade e que havíamos perdido contato.
Gostei tanto desta fantasia que este fato marcou o início de uma seqüência de aventuras que realizei como Escort Girl e que serão objeto de outros contos posteriormente.  

Casal BI




Creio não preciso mais me apresentar, mas sou a Cláudia, casada com o Roberto e estamos publicando semanalmente contos e histórias sobre nossas taras, fantasias e fetiches e quero agradecer as centenas de emails que temos recebido comentando nossas histórias e fantasias, mas o que mais nos chamou a atenção foi a quantidade de mulheres que escrevem dizendo que se identificam comigo e a quantidade de homens que dizem que gostariam de ter uma companheira, esposa ou namorada que curtisse este tipo de fetiche e fantasia.
Esta história que vou contar para vocês foi uma das que mais me deu tesão, na época em que ocorreu, pois sempre foi uma fixação e uma tara que eu sonhava realizar e que fico toda molhada só de pensar em como aconteceu, pois embora me conheçam através de relatos de diversas histórias e sabem que já participei de muitas coisas loucas nestes longos anos em que transamos relações de swing, ménage e outras, a que relato hoje é uma que eu sonhava realizar e que nunca tinha tido uma oportunidade real.
Sempre adorei ver filmes gays e ficava maluca naquelas cenas onde aparecem relações homossexuais, acho maravilhoso e lindo ver dois homens se beijando, se chupando, se punheteando e metendo um no outro. Sempre senti a maior tesão em me imaginar participando de uma relação destas, mas nem imaginava que viria a realizar esta fantasia, de forma tão rápida e tão intensa.
Fomos na casa de um casal de amigos que morava no interior do Estado e recebemos um convite para ir a um baile de Comenda em um tradicional Clube do Município, este casal que vou chamar de Nelson e Ana eram membros da Diretoria desse Clube e como adoramos festas, aceitamos de imediato.
Embora nunca tivéssemos tido nenhuma relação erótica ou sexual com o Nelson e a Ana, algumas coisas já estavam escritas e escancaradas, pois gestos, mãos e situações, a cada pequeno toque, criavam situações mais e mais eróticas entre todos e sabíamos, acabariam mais cedo ou mais tarde, em uma grande suruba.
Como eu e a Ana conversamos muito, trocamos confidências e ela já sabia que praticávamos swing e ela também me confidenciou que já haviam tido uma relação de ménage com outro homem e que havia rolado um lance onde o cara chupou o Nelson e ela adorou ver. Neste momento percebemos que nós duas tínhamos a mesma fantasia, que era ver e participar de uma relação homo e combinamos que iríamos fazer de tudo para realizá-la, com nossos maridos, nesta noite e a qualquer custo,
Fomos a tal Comenda e a festa estava maravilhosa, acabamos saindo de lá em torno de 04:00 hs. da manhã completamente bêbados. Eu quando bebo, fico bem louquinha, tendo que me segurar para não dar vexame, a minha tesão fica incontrolável e a flor da pele e já no carro liberei geral, beijei o Nelson, deitei no seu colo, lambi e enfiei o pau dele na boca, depois agarrei a Ana, a beijei no que fui muito bem correspondida e abrindo nossas blusas ficamos nos roçando, acariciando e mamando os seios uma da outra...
Quando chegamos a casa deles, além de estarmos sem condições de dirigir já estava muito tarde para ir embora e eles nos convidaram para ficar, então resolvemos dormir lá mesmo, até porque queríamos tentar estreitar ainda amais nossa relação que já estava bastante desinibida e como estava rolando um clima de muita sensualidade entre nós, com muita exibição e voyerismo e embora não tivesse havido nada mais que chupação e um arreto muito forte, esperávamos que rolasse algo mais sério.
Na sala e bebendo mais um uísque, ficamos conversando sobre idéias, taras, fantasias, fixações e desejos e o clima começou a esquentar, então o Nelson então colocou uma música suave e ficamos dançando e nos bolinando.
Logo a seguir estávamos de parceiros trocados e foi-se criando um clima de erotismos e sensualidade que envolveu a todos, o Nelson colocou a mão por dentro do meu vestido e apertava minha bunda e meus seios e o Roberto chupava os seios da Ana, em uma situação altamente sensual e excitante...
Quando eles quiseram tirar nossas roupas e partir para os finalmente, decidimos que era hora de tomar rédeas da situação e propor as nossas regras:
Como condição para continuar a sacanagem, propomos um jogo de cartas onde quem tirasse a carta menor tinha que obedecer a quem tirasse a carta maior e tirar uma peça de roupa até todos ficarem nus e após tirar toda a roupa o perdedor deveria cumprir a ordem de quem tirasse a carta maior, valendo tudo e para nada podia ser dito não.
O Nelson falou que toparia a brincadeira, mas que realmente a regra tinha que valer para todos e não poderia ser dito não, como ele ha muito tempo queria comer o cuzinho da Ana e ela sempre negou, perguntou se isto também estava valendo no jogo, quando ela disse que sim, ele topou no ato...
O Roberto nem chiou, pois adorava uma sacanagem, mas disse que antes queria ver até que ponto nós estávamos preparadas para fazer o que estávamos propondo e falou que para tirar a febre e para servir como aquecimento para o que viria a seguir, iria ligar para uma tele-entrega de pizza e que quando o entregador chegasse, nós duas deveríamos recebê-lo nuas ou então com roupas sumárias.... Lógico que topamos, pois estávamos extremamente excitadas, além de bêbadas...rs..rs...rs...
Ele ligou, pediu a pizza e enquanto esperávamos, começamos a  jogar, sendo ressaltado novamente que valia tudo e que não podia ser dito não para nada.
Nesse momento a campainha tocou e eu já estava apenas de tanguinha fio dental e sapato alto e a Ana estava ainda de saia, tanguinha e sapato alto, o Roberto e o Nelson se esconderam e a Ana tirou a saia e fomos atender o entregador apenas de tanguinha e salto alto.
Para dar maior suspense me escondi parcialmente atrás da porta de ferro e peguei a pizza, enquanto a Ana desfilava e se mostrava descaradamente, após sob o pretexto de pegar o dinheiro saí de trás da porta, rebolando o meu rabão e me mostrei completamente para o rapaz... Para provocar ainda mais, nos abraçamos e fomos juntas fazer o pagamento da encomenda e acabei dando um beijo de língua na Ana o que o deixou sem a mínima reação... Então agradecemos, fechamos a porta e o mandamos embora de pau duro... rs...rs...rs...
Voltamos à sala e recomeçamos o jogo, o Roberto que no início já estava só de calça, foi o primeiro a se pelar e teve que cumprir algumas tarefas antes dos outros, chupou a chana da Ana enfiou a língua no cuzinho dela e exigimos que ele acariciasse e punheteasse o Nelson.
Eu e a Ana perdemos a seguir e acabamos ficando nuas na seqüência, por fim quem se pelou por último foi o Nelson.
Como não existiam mais roupas para tirar, deveriam ser dadas ordens de ação, O Roberto ganhou e a Ana perdeu e a ordem foi que ela me desse um beijo de língua bem demorado e que lambesse minha boceta.
Depois eu ganhei e ela perdeu novamente, mandei que ela chupasse o pau do Roberto e assim foi até que eu ganhei e que o Roberto perdeu e eu sem titubear mandei ele chupar o pau do Nelson.
Ficou uma situação bem constrangedora, ele não sabia se cumpria o pedido e o Nelson não sabia se deixava fazer, mas nós fizemos valer nossa vontade e após lembrar o que havia sido combinado e ameaçamos deixar o jogo caso eles não cumprissem a tarefa.
Eles cumpriram, mas deixaram bem claro que a partir daquele momento tudo era possível e realmente não seria aceito qualquer tipo de não como resposta, após isso o Nelson perdeu e também acabou fazendo uma chupeta para ele...
Em outras rodadas foi mandado que um esfregasse o pau na bunda do outro, e depois que deixasse o pau de um no meio das coxas dos outro, enquanto nós chupávamos o pau entre as coxas.
A Ana perdeu e teve que ficar de quatro e abrir o cuzinho para que o Nelson e o Roberto enfiassem a cabecinha do pau no rabo dela e pintou outros lances bastante sensuais entre os quatro. E mesmo que não tenha havido penetração entre os homens para nós as mulheres foi a realização de um desejo há muito acalentado, mas a noite recém estava começando e ainda esperávamos mais... Já eram mais de 06:00 hs. quando resolvemos nos deitar e foi feita uma grande cama na sala com dois colchões de casal e deitamos todos juntos.  
A Ana estava só de tanguinha e o Nelson de cuecas, esqueci de comentar a Ana é uma dessas mulheres muito gostosas, que chama a atenção de longe, meia Índia, linda, cinturinha fina, quadris largos, seios enormes e bem firmes, bundinha empinada e cara de muito puta e safada, o Nelson é moreno, olhos negros e penetrantes, corpo bem trabalhado e uma bundinha muito bem feita, parece uma menina, o  Roberto como atleta, tem um abunda bonita, musculosa e de macho. Quero ver o quanto ele vai ser macho, quando estiver sendo enrabado... rs...rs...rs...
Deitamos-nos e a sacanagem rolou solta, o Roberto começou a chupar meus seios, o Nelson fazia a mesma coisa com a Ana, depois dei um jeito de me aproximar e cai de boca na chaninha da Ana metendo a língua no grelo e dedo no cuzinho, enquanto Nelson a agarrava chupava e se esfregava na sua bunda.
Eles apagaram as luzes e deixaram apenas um pequeno abajur ligado, aí que tudo começou a ficar diferente e muito mais interessante, pois no meio de toda aquela chupação e enrosco, várias vezes passávamos a mão na bunda dos nossos machos e enquanto os chupávamos, eu aproveitava e enfiava o dedo no cuzinho do Roberto ou do Nelson e eles não fizeram qualquer tipo de objeção.
Eu estava enlouquecida de tesão, pegava as vezes a mão de um deles e fazia com que agarrasse e acariciasse o pau do outro, que muitas vezes estava dentro de uma de nós. Quando o Roberto foi dedilhar e chupar o grelinho da Ana, espalmou a mão na sua xana e agarrou em cheio o cacete do Nelson que estava duríssimo e estava todo atolado naquele buraco e lambeu os dois.
Aquela brincadeira começou a criar um clima de erotismo e de cumplicidade maravilhoso entre nós, eu sentia que todas barreiras de sexualidade estavam para ser rompidas.
O Roberto colocou a Ana de quatro e atolou o cacete no cuzinho dela, começando a bombear, ela gemia, rebolava e gritava como uma desesperada enquanto o Nelson dedilhava seu grelo e chupava os seus seios, percebi ainda que o Nelson estava ao lado do Roberto com o pau extremamente duro, aliás estava tão perto, que chegava a roçar e encostar o cacete no braço dele.
Cochichei no ouvido do Roberto que adoraria vê-lo chupando e com aquele pau enterrado bem no fundo da garganta e ele sem frescuras e aproveitando a tesão do momento, agarrou o pau do Nelson e começou a punhetea-lo.
O Nelson adorou aquilo e começou a fazer carinhos na cabeça do Roberto e foi posicionando o pau na direção de seu rosto, até que acabou por enterrar todo o cacete na sua boca.
Eu e a Ana não acreditávamos, era tudo que imaginávamos e o que queríamos... Ondas elétricas percorriam meu corpo e a tesão ficou insuportável, o Roberto por sua vez se soltou e chupou e lambeu o cacete do Nelson como se fosse um picolé, enquanto eu os acariciava...
A Ana vendo que havia muita sensualidade e excitação no ar foi se posicionando puxando o Roberto em direção a ela enfiou o seu pau na boca iniciando um demorado e lambido 69, inicialmente achei que havia sido coincidência, mas depois ela me revelou haver sido proposital, pois nessa posição ela deixou o Roberto com o cuzinho exposto e bem arreganhado virado para o Nelson e ele ao ver aquela oferta, nem pensou e começou a se esfregar na bundinha dele, que lembro ainda virgem até aquele dia.
E eu mesma agarrei, ensalivei o cacete do Nelson e o posicionei na entradinha do cú do Roberto e o ajudei a penetrá-lo lentamente. O Roberto sem pensar, se abriu todo e para minha surpresa, foi agasalhando todo o pau todinho dentro do rabo gemendo e rebolando, enquanto forçava a bunda para trás, facilitando a entrada..
Olhávamos maravilhadas aquela pica entrando e saindo do rabinho do Roberto, o que nos fez gozar várias vezes, ele dizia que estava sendo rasgado e estuprado, que estava sentido dor, mas que a tesão era maior que qualquer outra sensação.
O Nelson começou a acelerar os movimentos de vai e vem da pica no seu cuzinho como um alucinado, até que gozou e o encheu de porra, que escorreu pelas suas coxas enquanto ele gozava na boquinha da Ana.
Mas queríamos mais e enquanto chupava o pau do Nelson e a Ana o beijava, o Roberto veio por trás dele e começou a se meter naquele cuzinho que também era virgem até ali.  Ele relaxou e o Roberto foi metendo lenta e vigorosamente, enquanto nos chupávamos, beijávamos e nos esfregávamos neles com muita tesão. Senti nas minhas mãos quando o saco do Roberto encostou na bunda do Nelson e foi iniciado um vigoroso movimento de vai e vem, atolando até o talo dentro do rabo dele, que até tentou tirar e escapar, mas o seguramos pelos quadris e o mantivemos na posição.
Ele reclamou que estava doendo, mas que também estava adorando e nós não tivemos pena dele, o Roberto tirava quase que tudo de dentro e enfiava novamente de forma vigorosa, fazendo um vai e vem ritmado, cada vez com mais força e mais tesão até que o gozo transbordou aquele rabo apertadinho, de porra.
Continuamos naquela sacanagem ainda um bom tempo, eu me masturbava e chupava a Ana, que fazia a mesma coisa comigo, às vezes o Nelson metia em mim e na Ana, o Roberto também, eles acabaram metendo um no outro novamente e ainda se chuparam.
Nós atenderam também, quando pedimos para que fizessem um 69 enquanto lambíamos o cuzinho deles e  todos gozamos feito alucinados e caímos para o lado saciados.
Dormimos até o meio da tarde, recuperando as forças e recomeçamos a brincadeira. Agora ninguém era de ninguém, eu chupava a Ana, que chupava o Nelson, que metia em mim, que chupava e metia no Roberto que metia nos dois... Nos chupávamos e chupávamos todos...
Nesse dia ainda em agradecimento ao prazer que os dois nos proporcionaram, eu a e Ana fizemos um show especial de carícias, chupação e penetração com dedos, consolo e outros objetos, para nossos homens assistissem.
A Ana que no início da noite também era virgem no cuzinho deve ter ficado tão ou mais arrombada do que os dois, porque até eu tirei uma casquinha do cuzinho dela, com um consolo.
Depois desta vez ainda saímos outras vezes, inclusive quando fomos a uma boate de swingers e eu apresentei um amigo nosso a eles.
Logo a seguir a Ana ficou grávida e resolveu não mais participar de nossas brincadeiras, mas liberou o Nelson, que por sua vez se tornou uma completa Putinha e até hoje quando tem oportunidade traz uma camisola, tanguinha, vestidos e pede para ser enrabado e para que o chamemos de putinha e vagabunda...


Adora chupar e dar aquele rabo gostoso e tem vezes que eu o enrabo com um consolo enquanto o Roberto goza na sua boca, outras vezes ele dá o cu para o Roberto enquanto chupa a minha bocetinha. Depois disto arrumamos outros que comeram o cuzinho dele, pois ele sempre afirmava que nós fomos os primeiros e seríamos os únicos a meter no seu rabo, mas que depois que apresentamos um amigo nosso a ele esta história mudou, mas isto vai ser objeto de outro conto...