terça-feira, 27 de setembro de 2011

Para a mais deliciosa Boca.... _EU_...rsrs... OBA!!





As meninas

Essa tua boca merece uma boca de mulher
Que seja muito bela e ardente que te quer
eria uma obra prima de sedução e erotismo
Poderia ser a união com força e sabedoria
Deixaria a libido expandir e o tesão explodir
Ela lhe tenta e voce linda atenta ao deseho
Do corpo que vislumbra na meia luz e desejo
Como duas felinas autenticas e tua boca ensina
Que no começo os beijos e depois venham os dedos
Sem pudores mas com sabores e nuances novas
Assim sensações inovadoras e voce arfando
Deixando que a parceira lhe descobra inteira
Seja como for, meiga e faceira noite adentro
E todos os sentidos declarados enlouquecidos
E pelos seios juntos e unidos são aquecidos
E as bocas deliciosamente são lambidas
E as coxas entrelaçadas em fusão
Com io os gemidos são amalgama e ligação
Desejosas de um orgasmo e pura cumplicidade
Isso sim são as deliciosas mulheres em união

Ulisses Reis®
17/09/2011

Para Deh


PS.: A coisa  mais gostosa dessa vida é ter a amizade de pessoas que simplesmente tem o dom de fazer o bem, de querer o bem, sem exigir nada em troca, simplesmente se faz presente e mostra que carinho e amizade existem para serem oferecidos aos outros e não pra ficarem ai guardados na gavetinha.

Esse presente lindo dispensa apresentações né, veio do nosso queridissimo amigo Ulisses, que simplesmente tem o dom de nos encantar, de nos fazer sorrir, de nos encher de boas energias.

Meu querido Ulisses  muito obrigada por mais esse doce carinho

Amei meu presente

Bjsss ultra carinhosos em ti

Deh


Beijinho cheio de carinhos em vc

Meu Gozo



Meu gozo?

…não sou gozo de surgir de repente, de simples explosão. Não, seria óbvio e simples demais. Nao sou o esteriótipo do que se faz . Sou gozo quando olho querendo, sou gozo ao tirar a roupa, em descontrolar pudores, ao falar no ouvido baixinho, ao beijar suores, em alimentar arrepios, cheirar prazeres. Intensificar sentidos.

Não o gozo comum, simples, que surge quase sempre antes do tempo, como um pretensioso Big Bang qualquer. E booom…..

Não, Eu o lapido, eu o gemo, eu o misturo. O gozo é plural, é conjunto, é não gozar só. Eu o faço acontecer, gozo não surge, é principio e meio e não fim. É continuidade, é repetiçao, é gozo de tempo certo, é gozo de tempo inteiro, é gozo de noite adentro, é gozo de madrugada afora!

Meu gozo, não é só gozar…


Convencer a parceira a fazer sexo a 3



Olha gente,acho que cada um tem seu gosto,seu argumento,pra tentar convencer o sua parceira a fazer sexo a 3,mas o mais comum é querer convencer ele com você e mais duas,se tratando de dois,eles ficam meio bolados,sei lá preconceito de certa forma.Podem ver em uma rodinha de amigos eles falam em duas e não dois ,são poucos que curtem fazer a experiência,claro tem os casais de swing,mas esse são outro papo.Lendo um site,achei interessante a forma que ele  abordou o tema,vejam o que vocês acham...

Fantasia da maioria dos homens, o ménage a trois (ou sexo a três) ainda é cercado de tabus –principalmente, por parte das mulheres. Afinal, como persuadir aquela namorada ciumenta a aceitar mais uma garota na cama com vocês, quando você não pode nem olhar para o lado na balada? A tarefa é difícil, mas não é impossível.
ABORDAGEM
Nada de abordar o tema na cama, logo após a transa. A mulher terá a impressão de que você não gostou da performance dela e precisa de mais estímulo. Aborde o assunto bem longe do quarto, de preferência em um jantar, durante uma conversa picante. "Sexo a três somente é possível para casais que considerem essa proposta dentro de seus valores morais, individuais e a dois".  "Uma boa preparação é começar a frequentar casas de swing e observar como as pessoas se comportam". O homem pode, também, falar sobre o tema sem envolvê-la -quando uma transa a três aparecer em um filme que vocês estão assistindo, por exemplo. Não pergunte, de cara, se a mulher toparia. De acordo com a reação da mulher ao ver a prática de sexo a três, o homem poderá saber se é possível tocar no assunto sem que ela se assuste.
REGRAS
Quando o casal já pode conversar sobre o que pensa a respeito do sexo a três (e concorda com a nova busca), ainda precisará tomar algumas decisões: quando, com quem e quais são os limites para cada um e para o casal. "Uma das regras comuns é a proposta de apenas fazer sexo, sem a possibilidade de um relacionamento afetivo. Se algum sentimento surgir, o casal se afasta da pessoa em questão". Outra regra é não buscar a pessoa escolhida sem a presença do parceiro. "Nunca proponha aquela amiga bonitona dela. Sua namorada vai passar a acreditar que você tem interesse e que pode ser trocada". Se ela propor à amiga, não diga de cara "sim". Responda que vai pensar e disfarce o entusiasmo. Há casais que optam por prostitutas, justamente para evitar vínculos. Outro cuidado fundamental: usar preservativo –sempre!– e trocá-lo quando mudar de parceira. Evite, ainda, realizar a experiência na própria cama do casal, que é um lugar somente dos dois. Um motel é mais impessoal e menos comprometedor.
ARGUMENTOS
Uma maneira de tentar convencê-la é explicar o quanto a experiência é excitante para você –e que, portanto, deseja compartilhá-la com a pessoa mais importante de sua vida... Ou seja, ela. "O ménage pode ser uma boa maneira de testar formas novas de sentir prazer", afirma. Diga isso a ela, fale que a moça também vai poder se divertir –e muito! E garanta, ainda, que, na hora da transa, você dará mais atenção a ela do que à outra. “Mulheres são competitivas. Nunca procure por essa variação sexual como forma de tratar um problema entre o casal. O sexo a três não vai fazer um relacionamento que era ruim ficar bom.
VANTAGENS E CONSEQUÊNCIAS
"A experiência do sexo entre três pessoas pode reforçar a cumplicidade do casal”. Homem e mulher ficam mais próximos e mais abertos a viver novas fantasias. Na cama, a relação ganha pimenta extra. Diga tudo isso a ela –e comprometa-se, de verdade, a adotar a fidelidade como estilo de vida. "Se você tem a sorte de ter uma namorada que topa ménage, para que fazer a burrice de traí-la?".
Lembre-se que há o risco de a prática se tornar uma constante entre o casal. "Se a frequência das transas a três é grande, o relacionamento pode virar um namoro a três, já que o casal não consegue mais obter a prazer a dois". E, homens, estejam preparados para possíveis cobranças... Várias mulheres entendem a realização de fantasias sexuais como uma prova de amor. E, claro, exigem correspondência. Não se assustem, portanto, se ela sugerir a prática com outro homem. Você pode até não topar, mas se reagir mal, poderá ofendê-la. Afinal, se você se sente inferiorizado ou desrespeitado com uma proposta dessas, ela também deveria ter se sentido? Não crie essa dúvida na cabeça de uma mulher

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

VIDEOS - SURUBINHA


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FANTASIA

Mais com delicioso conta da claudia


Como já escrevi no conto anterior, chamo-me Cláudia, nome verdadeiro, sou morena, baixinha, pois tenho 1:53 cm. de altura, tipo mignon, seios volumosos, cinturinha fina, bunda grande e pernas grossas e minha bunda arrebitada sempre fez muito sucesso entre homens e mulheres.
Hoje tenho 48 anos, mas desde muito jovem sempre tive uma enorme tendência a ser muito putinha e só usava saias e vestidos super curtos e muito transparentes, com mini tanguinhas que não cobriam nem os lábios da xota e ficavam sempre enterradas no meu rabo, fazendo a alegria de quem tinha oportunidade de ver, que era praticamente todo mundo,  já que nunca me preocupei em esconder... rs..rs...rs...

Meu marido Roberto trabalhou até a pouco, como  representante comercial e já contei como nos conhecemos no conto anterior, ele tem 1:81 m. altura,hoje com  55 anos, olhos verdes, esportista e moramos em Porto Alegre, embora estejamos sempre viajando o mundo.

Após conversáramos muito sobre o assunto, resolvemos escrever e publicar nossas histórias e aventuras sexuais relatando nossas aventuras e fantasias, detalhar quem somos o que fazemos e como foi o início de nossas transas em swing e menage, por isso resolvemos colocar  em forma de contos como foram as nossas iniciações nesses relacionamentos.

Tudo começou logo que nos casamos, na época eu tinha em torno de 20 anos e o Roberto 27 e morávamos  e desde o início tínhamos plena  liberdade de falar  sobre tudo e lógico  não faltou o questionamento sobre as experiências sexuais de cada um e os relatos das mesma, principalmente na cama enquanto transávamos o que nos trouxe  a perspectiva e possibilidade de fantasiarmos sair com outras pessoa. Esta possibilidade começou a nos chamar a atenção e  quando comentamos levar adiante esta possibilidade eu aceitei de imediato.

Mas, como da idéia a pratica há uma distancia enorme, começamos vendo os prós e contras e enquanto não levávamos adiante o plano, começamos a nos tornar assíduos leitores de revistas especializadas e famosas em sacanagem na época, tipo Fiesta, Big Man e de livros e sites pornográficas.

Curtíamos muito os contos e ficávamos fantasiando e lendo durante nossas transas, o passo seguinte foi buscar fitas pornô e assistirmos enquanto transávamos, fantasiando e conversando sobre o que estava ocorrendo na telinha.

Depois do nosso casamento o Roberto sempre fez questão de escolher ou comprar as minhas roupas, ele adora que eu use mini saias, roupas transparentes, mini vestidos sem nada por baixo, etc... Adora ainda que eu me exiba e fique mostrando meus seios, rabo e chana para os outros, afinal foi assim que ele me conheceu e se eu já me vestia como uma vagabunda quando solteira,  imaginem só  com as roupas que ele comprava não ficava dúvida nenhuma, até garotas de programa relutariam em usar as roupas que ele comprava.

Nossas aventuras durante longo tempo se resumiram a ficar me exibindo e me mostrando a quem tinha a alegria de estar presente quando eu me mostrava, continuava adorando deixar os homens loucos com minhas pernas, coxas, bunda e seios, adorávamos ir a Lojas de Calçados para experimentar sapatos e eu estava sempre sem calcinhas e me arreganhava toda para o vendedor ver minha buceta raspada e bem lisinha, ou ainda íamos a postos de gasolina e eu ficava com as pernas escancaradas para que o funcionário visse que eu estava sem nada por baixo, enquanto limpava o vidro dianteiro do carro e olhava o nível do óleo, ocasiões em que tínhamos atendimento mais do que VIP. rs..rs...rs...

O meu marido curtia muito estas situações e me incentivava e como já havia comentado no conto anterior, adorávamos trepar em locais públicos, tipo parque marinha, na redenção, em sessões de cinema pornô, em boates, etc..., coisa hoje que se tornou impossível pelo advento do celular com câmera embutida e pela facilidade de estar na internet... rs...rs...rs...

Certo dia após muita conversa e relutância resolvemos arriscar e escrevemos para uma destas revistas especializadas colocando um anúncio com fotos, onde manifestávamos nosso desejo de relacionamento com mulheres e casais, também  colocamos o mesmo anúncio nos classificados da Zero Hora, quando recebemos então quase quatrocentas cartas durante um período de mais ou menos 3 meses e selecionamos as que mais nos chamaram a atenção para responder.
Embora a imensa vontade de levar adiante nossa fantasia, apenas nos correspondemos durante longo tempo com diversas pessoas, pois embora conversávamos e fantasiávamos muito, mas não tínhamos coragem de levar adiante o nosso projeto erótico, principalmente porque meu marido era muito conhecido no meio social.

Após muita relutância, indecisões e recuos chegamos a um consenso, o melhor seria iniciarmos saindo com uma mulher, já que é o sonho de todo homem transar com duas mulheres ao mesmo tempo e que eu tinha a maior tesão em saber como me sentiria transando e curtindo uma mulher na cama.

Entre as cartas que recebemos, havíamos separado a de uma moça de 18 anos que residia em uma cidadezinha próxima a Porto Alegre e que se chamava Ana, e que quando nos escreveu relatou que sempre sentiu tendências lésbicas,  mas nunca havia tido coragem de levar adiante as suas fantasias e que quando viu nosso anúncio sentiu que aquela poderia ser a oportunidade de realizar sua fantasia.

Resolvemos então escrever para ela e após algumas correspondências com troca de telefones a convidamos para passar um final de semana conosco em Porto Alegre.

Num sábado pela manhã a fomos buscar na Rodoviária de Porto Alegre, e imediatamente surgiu uma empatia mútua, ela era muito bonitinha, baixinha, não devia ter mais que 1:50 cm., loirinha, olhos azuis, corpo bonito, seios enormes, vestia um mini vestido azul que ressaltava mais ainda a cor de seus olhos.

Nós a levamos para dar um passeio e ver alguns pontos turísticos de Porto Alegre, no caminho comentamos nossas fantasias, desejos e vontades. A cada momento ficavam mais evidentes as afinidades que existiam entre nós.

Ela então nos comentou que adorava sexo, que sempre participava de festas, que já havia participado de surubas, mas que nunca tinha tido a oportunidade de realizar seu maior desejo que era transar com uma mulher e que quando viu minha foto havia ficado muito excitada e que agora ao me conhecer pessoalmente sua tesão havia redobrado.

Comentou ainda que morava sozinha e quando a convidamos para passar  todo o final de semana conosco, ela disse não haver nenhum problema, aceitando prontamente.

Pegamos então o carro, fomos fazer umas compras e nos dirigimos para uma casa numa praia do nosso litoral. Era mês de junho e estava muito frio, logo na chegada colocamos fogo na lareira.

Imediatamente fomos tomar banho e eu voltei com uma camisola super transparente somente com uma mini tanguinha por baixo, a Ana por sua vez veio apenas com uma camiseta que tomou emprestada do Roberto, e o Roberto veio com um calção super largo sem nada por baixo.

Deitamos num grande tapete a beira da lareira e continuamos nossa conversa regada a muito uísque e vinho. Não demorou muito e o Roberto estava me agarrando, beijando e bolinando. Quando o clima estava criado, tirou minha camisola e chupava e lambia todo o meu corpo sob o olhar atento da Aninha... Ato contínuo me dirigi até onde ela estava e comecei a acaricia-la no que fui plenamente correspondida...

A beijei, levantei a sua camiseta e notei que ela tinha seios grandes e lindos e que estava com os biquinhos completamente duros... lambi e mordi todo o seu corpo dando especial atenção a seus seios que eram maravilhosos...
O Roberto se afastou e nos deixou brincando entre nós, sentou em uma poltrona e ficou assistindo a tudo como um espectador privilegiado. Nos beijamos com paixão... nos roçávamos com tesão... liberando todo um desejo que eu mesmo não sabia existir em mim...

Eu tirei a sua calcinha e pela primeira vez enfiei minha boca e língua na chana de uma mulher... brincava com seu grelinho a deixando alucinada e descontrolada e ela gozou na minha boca e após veio por cima de mim me beijando, chupando, lambendo... Tirou minha calcinha e também enfiou a língua e os dedos dentro de mim... Foi maravilhoso, gozei na sua boca, com loucura e paixão...
Continuamos a nos acariciar e buscamos o Roberto para participar da festa conosco... Nós duas o  mordemos, beijamos, ele meteu um mim enquanto eu chupava a Aninha... Ele meteu nela enquanto eu a beijava e lambia.... Fizemos um 69 enquanto ele metia ora numa, ora em outra... Nós duas o chupamos... Eu chupei o grelinho dela enquanto ele a enrabava e depois trocamos de posição e quem teve o cúzinho arrombado por ele fui eu, enquanto ela brincava com a língua na minha chana.
Foram dois dias de muita curtição e de muito prazer e foi uma experiência inicial maravilhosa...

Por muitos anos continuamos companheiros e saímos diversas outras vezes, depois de algum tempo ela se mudou para um outro Estado e não mais tivemos notícias suas, mas a sua recordação é magica para nós, pois ela foi a responsável pelo início de tudo e nós sentimos até hoje muitas saudades dela.

Após esta primeira experiência bem sucedida, nos abriu uma nova porta a ser explorada e continuamos nos correspondendo com diversas outras pessoas, escrevemos e marcamos encontros com diversos casais, mas que acabou não rolando nada, pois não pintou aquela afinidade necessária a um bom relacionamento.

Quando já estávamos quase perdendo as esperanças e desistindo, surgiu um encontro com um casal , que se  chamavam Zé e Márcia. Encontramos-nos em uma boate e eles eram exatamente o que buscávamos, pessoas que se amavam, estavam de bem com a vida, sabiam o que queriam, não forçaram a barra, levaram a conversa para o lado desejado no momento exato e no final da noite nos convidaram para ir até o apartamento deles. Eles curtiam e adoravam este tipo de relacionamento, nós prontamente aceitamos o convite e lá chegando continuamos a tomar aperitivos sentados em grandes almofadões na sala ... Os dois naturalmente e como se não estivéssemos ali começaram a se bolinar, chupar e ficaram nus e começaram a transar entre eles... Nós ficamos olhando maravilhados e meio sem saber o que fazer, tentando criar coragem... Derrepente também estávamos nos beijando e nos chupando e o Roberto foi tirando minha roupa me deixando nuazinha e cheia de tesão.

A seqüência não lembro bem, mas só me lembro que quando me dei conta eu estava sendo beijada e bolinada pela Márcia e ela chupava  alucinadamente meus seios.Nos beijamos, chupamos uma a outra e  transamos de maneira muito especial.

Logo, estava sendo beijada e agarrada pelo Zé, enquanto Roberto estava sendo chupado pela Márcia e em seguida estávamos os quatro em um só bolo onde ninguém era de ninguém.
O Roberto tem um pau gostoso  de 19 cm., não é muito grosso mas esta sendo pronto para a guerra, mas o Zé parecia um Jumento, principalmente na época que eu não tinha tanta experiência assim e que embora tivesse saído com muitos homens,  não tinha nenhum que chegasse nem perto da grossura do pau do meu novo amigo.
Hoje, muito mais experiente e rodada,  posso dizer que já vi, chupei e senti cacetes bem maiores do que aquele,  tanto na buceta como no meu rabinho, mas na época era uma novidade, me assustei só ao ver. Era  grande,  grosso, cabeçudo de veias salientes e  devia ter uns 23 cm. de comprimento por uns 9 ou 10 cm. de grossura.

Fiquei alucinada, não resisti e enfiei tudo na boca... Chupei, lambi, mordi, fui chupada... Ele me deitou subiu sobre e meteu lenta e firmemente  na minha chana, sem parar, eu tinhas orgasmos múltiplos ao me sentir arrombada e tinha a impressão de estar sendo deflorada novamente.

Do meu lado o Roberto metia na Márcia de quatro, fazendo um vai e vem alucinante, aquilo era bom demais e me esvaí em gozos múltiplos.
Depois o Zé e o Roberto fizeram uma dupla penetração em nós e quando ele meteu na minha bunda, me fez ver estrelas...

Passamos a noite inteira curtindo este nosso novo e gostoso relacionamento e ainda saímos juntos muitas vezes. Depois de certo tempo eles se separaram, mas o Zé ainda ficou como nosso parceiro de festas durante muitos anos, não se casou mais, nem assumiu compromissos sérios, mas sempre trazia amigos e  amigas novas para nos conhecer.

Aí pintou uma fantasia minha e a vontade de sair apenas com um homem e o escolhido foi o Júlio, um amigo do Roberto de longo tempo e com quem ele já tinha saído várias vezes para festas...

A coisa começou de modo meio inocente e  em uma conversa numa transa, onde comentei que tinha adorado o tamanho e a grossura do pau do Zé, que tinha ficado impressionada porque nunca tinha visto pau tão grosso e que adoraria dar para ele novamente

O Roberto retrucou dizendo que se havia achado aquilo grande é que não conhecia o pau do Júlio pois dava quase dois do Zé, principalmente em grossura. Não acreditei, lhe disse que adoraria ver se era verdade, principalmente porque este cara sempre estava de olho em mim e ficava bem alucinado sempre que me via além de ter como vantagem ser nosso amigo e ser casado não tendo problemas de pegar no nosso pé.
Não comentamos mais sobre o assunto, mas certa noite ele e o Roberto saíram para jogar tênis e na volta o trouxe para tomar uma cervejinha. Ficamos bebendo e conversando e o clima começo a ficar sensual. Eu estava com um vestido branco transparente e uma micro tanguinha sem mais nada e cada vez que cruzava s pernas dava para ver a tanga enterrada na minha chana e os grandes lábios para fora. O Julio estava ficando incomodado e o pau já tinha dado sinal de vida. Em um certo momento o Roberto perguntou se ele me achava bonita e gostosa, ele falou que sim e o Roberto então pediu para eu levantar e tirou meu vestido, me deixando apenas de tanguinha, me exibindo para o seu amigo que ficou enlouquecido., ato contínuo baixou minha tanguinha e mostrou as marquinhas de sol na minha bunda, que eu cultivava com tanto carinho.

O Roberto então lhe confidenciou que queria tirar umas fotos eróticas e sensuais e que também desejava fazer umas filmagens nossas, mas que precisava de um parceiro de fé e confiável para nos ajudar e perguntou se ele topava fazer isso para nós, já que sozinhos  não conseguíamos nem  tirar as fotos nem fazer as tomadas de vídeo do jeito queríamos.

Ele ficou meio constrangido e desconfiado,  mas creio que o tesão foi maior e ele topou,  percebemos ainda que ele ficou muito excitado.
Então fui ao quarto troquei de roupa e voltei com um micro vestido preto e puxei o Roberto para dançar e ele ficou me beijando e bolinando enquanto ia tirando minhas roupas, me deixando somente de salto alto enquanto o Julio fotografava e filmava toda nossa bolinação.

Voltei ao quarto várias vezes e fiz desfile com várias roupas sensuais e eróticas que eu possuía, Camisolas, espartilhos, fantasias, maios. Macacões, etc...  Para cada roupa trocada eu colocava um sapato de salto alto ou botas de cano longo que ressalvam minhas coxas e bunda...

Em algumas ocasiões o Roberto me pegava e enfiava o cacete na minha boca, na minha chana ou esfregava o pau extremamente duro na minha cara e nos meus seios e o Júlio tudo filmava e fotografava...

Terminei as roupas disponíveis para desfile voltei à sala nuazinha em pelo, apenas de sapato de salto alto... Então aproveitei e dei um beijinho no Roberto e sentei no colo do Júlio lhe dando um selinho em agradecimento por ser nosso fotógrafo...

Notei que ele ficou  muito excitado e como por acaso passei a mão no meio de suas pernas e percebi ele estava com o pau que era uma estaca... E adorei o volume que havia se formado no calção.

Fui novamente ao quarto, coloquei um mini biquíni branco com um baby dool transparente e voltei a sala, o Roberto agradeceu a sua gentileza em tirar nossas fotos e em nos filmar e em agradecimento  o  convidou para jantar conosco. Ele relutou em aceitar e disse que era melhor ir para casa, mas me aproximei e disse para ele que poderíamos ver  o que tinha sido filmado, enquanto tomávamos um vinho e que alem disso que adoraria ter mais um pouco da companhia dele conosco.

Ele não resistiu ao meu convite e aceitou,sugeri então que ele fosse tomar um banho, pois já que ele tinha praticamente o mesmo corpo do Roberto emprestaríamos uma  roupa para ele trocar..

Ele foi para o banheiro, deixei ligar o chuveiro, esperei uns minutos e entrei no banheiro sob o pretexto de lhe levar a toalha que ele havia esquecido...Levei um susto  pois o Júlio ainda não tinha entrado no chuveiro, mas estava completamente nu e punheteava  um pau enorme, grosso e  completamente duro, que me deixou maravilhada, era um monstro mesmo e o Roberto  não havia exagerado...

Era mais grosso que o meu braço, embora não fosse tão grande, fiquei parada olhando aquela maravilha, com as pernas bambas, ele sacudiu e me mostrou perguntando se havia gostado...

Como nada falei só fiquei olhando de forma hipnotizada, ele agarrou minha  mão e  a colocou no monstro e eu comecei a punhetear. Então ele me puxou, me deu um longo e molhado beijo de língua e me apalpando toda, empurrou minha cabeça de encontro a seu cacete... E eu cai de boca embora a cabeça mal entrasse na minha boca...
Tirou a parte de cima do meu biquíni, me levantou como uma pena e tirou também a parte de baixo e me levou para baixo do chuveiro com ele...

 Eu já estava totalmente entregue e molhadinha de tesão.então ele me encostou na parede, colocou minhas pernas na sua cintura e começou a me enfiar aquele monumento de nervos...
Eu colaborava como podia, mas a minha chaninha  parecia não ter dilatação para agüentar tudo aquilo...
Ele forçou a entrada e eu comecei a gritar e gemer, era muito pau para pouca buceta, estava me arrombando toda, me rasgando, eu me sentia estuprada e estava adorando, gozava aos borbotões.

Abri os olhos e percebi o Roberto parado na porta do banheiro, olhando e curtindo e punheteando um pau extremamente duro...
Ele gozou um rio dentro de mim, me deixando repleta de porra que escorreu pelas coxas, quando tirou a pica de dentro, parecia que faltava uma parte no meu corpo, me senti vazia, ele terminou o banho e foi para a sala enquanto terminava de me banhar.
Saí do banheiro enrolada somente em uma toalha e voltei para a sala, quando deixei cair a toalha e fiquei só de salto alto e completamente nua no meio dos dois e comece a me esfregar neles os deixando loucos... Puxei a cabeça do Júlio e enfiei meus seios na sua boca... Depois esfreguei a minha chana raspadinha na sua cara e comecei a chupá-lo. Enquanto o chupava, o Roberto meteu na minha chana e falou que estava larga, pois o Julio tinha me deixado arrombada, alargada e cheia de porra, então tirou da buceta e meteu no meu rabinho... Brincando comentou que estava apenas  preparando caminho para o Júlio me enrabar... Eu a início pensei em recusar, pois fiquei com medo de não agüentar,  mas a tesão de experimentar aquele tarugo no meu rabo foi maior e quando chegou a hora fiquei de quatro e pedi para o Roberto passar  óleo lubrificante no cuzinho e me preparar para a execução Ele passou bastante óleo, depois ele entrou por baixo de mim e começou a lamber meu grelo e chana e eu fui me abrindo... Abocanhei o cacete do Roberto em um 69 alucinante, enquanto sentia aquela pica cabeçuda procurar a minha portinha de entrada traseira e começar a forçar a penetração...

Sentia arrepios de dor e prazer, sentia que estava sendo rasgada, estuprada, me sentia sendo alargada, arrombada,  a dor era imensa, mas o tesão e o prazer eram  maiores que tudo e o gozo chegava de forma descontrolada e vinha em espasmos imensos.
Senti cada milímetro de cacete entrar no meu rabo como se fosse um ferro em  brasa e o Roberto tinha uma visão maravilhosa do meu arrombamento, enquanto chupava e mordia meu grelo e fotografava o meu arrombamento anal... Procurei relaxar e ajudar a penetração mexi a bunda, procurei me abrir o máximo possível e senti entrar a metade do monstro.  Forcei ainda mais a bunda para trás e finalmente senti entrar tudo, quando o saco grande e peludo bateu nas minhas coxas..Junto com a penetração profunda, veio o gozo,  forte, intenso... Sentia que estava me esvaindo em gozo, senti o Roberto encher minha boca de porra e senti o Júlio jorrar uma quantidade inacreditável de porra no meu reto...
Meu corpo formigava, estava dormente e não tinha vontade nem de reagir, pensei que havia terminado, mas não,  aquela noite ainda foi longa,pois os dois pareciam insaciáveis e me comeram de tudo que foi jeito possível e imaginável... Meteram na minha chana, me enrabaram novamente, fizeram dupla penetração... Chupei, lambi, os dois gozaram na minha boca, esfregaram a porra nos meus seios e rosto...
Lembro que meio que adormeci com o cacete do Roberto na minha chana e com o pinto do Júlio na boca, como se fosse uma chupeta e toda melada de porra, desde o cabelo até os seios.

Depois o Julio foi embora, me deixando toda dolorida por vários dias, mas com lembranças maravilhosas, de situações que iríamos repetir outras vezes...

Depois destas experiências bem sucedidas, nos sentimos em condições e aptos para realizar outras fantasias e começamos então a pensar em novas situações eróticas.
Temos realizado desde então, diversas loucuras, com casais, mulheres, homens, travestis, lésbicas, e sobre muitas destas situações escrevemos histórias que vamos publicar sistematicamente, para deixar registrada nossa experiência, bem como a tesão que tivemos em realizá-las.

Ainda hoje, passados tantos anos, mantemos dezenas de amigos, amigas e vários grupos de casais, com quem nos relacionamos periodicamente. Adoramos a vida, adoramos sexo e tudo que é erótico e sensual.
Somos realmente casados, temos dois filhos e nos amamos muito e não temos preocupações com traições ou cobranças pessoais, já que temos toda a liberdade do mundo para fazer tudo o que queremos... Nós sentimos realizados com tudo que já conseguimos fazer até agora e nosso relacionamento está cada vez mais solidificado...
Esporadicamente, recebíamos alguns emails ofendendo a mim ou ao Roberto, que simplesmente desconsideramos, pois não nos preocupamos com isso, pois percebemos  que algumas dessas pessoas que nos criticavam, passavam noites e noites em páginas de sexo ou eróticas, para depois critica-las, mostrando ser hipócritas em não ter coragem de assumir sua sexualidade, sensualidade ou até mesmo bissexualidade.  Este texto não chega a ser propriamente uma história e sim um relato pessoal, concluímos ser necessário escrevê-la para que entendessem que todo o começo é difícil e principalmente que quem quer entrar em um relacionamento como este tem que estar muito bem preparado tanto de cabeça como  emocionalmente, pois senão o relacionamento simplesmente acaba e o sentimento de culpa aflora de forma irreversível.
Quem quiser nos escrever, trocar idéias e fazer perguntas, teremos o maior prazer em responder.

Situações Eróticas


*** dando sequencia aos contos enviados pela amiga cláudia, por email...


Vocês já me conhecem de contos anteriores, chamo-me Cláudia, nome verdadeiro, sou morena, 1:53 cm. de altura, tipo mignon, seios volumosos, cinturinha fina, bunda grande e pernas grossas e minha bunda arrebitada sempre fez muito sucesso entre homens e mulheres.
Hoje tenho 48 anos, mas desde muito jovem sempre tive uma enorme tendência a ser muito putinha e só usava saias e vestidos super curtos e muito transparentes, com mini tanguinhas que não cobriam nem os lábios da xota e ficavam sempre enterradas no meu rabo, fazendo a alegria de quem tinha oportunidade de ver, que era praticamente todo mundo,  já que nunca me preocupei em esconder... rs..rs...rs...
Meu marido Roberto trabalhou até a pouco, como  representante comercial e tive oportunidade de contar em detalhes de como nos conhecemos, hoje ele está com 55 anos, 98 kg.,  nos mudamos em julho para Santa Catarina e estamos sempre viajando o mundo.
Mas seguindo nossa promessa de colocar em forma de contos todas as nossas aventuras e experiências  hoje vou falar sobre uma coisa que sempre adorei, que era aproveitar qualquer situação que surgia para me mostrar e me exibir aos olhos dos mais desavisados, eu amava  ver o susto e a cara de incredulidade que faziam quando se davam conta das situações que eu criava.
Bons tempos em que tínhamos mais privacidade e não tinha tantos telefones celulares com filmadoras instantâneas e podíamos fazer coisas em espaços públicos que são impossíveis hoje.
Como já relatei nos contos anteriores, desde muito nova adorava andar com mini e micro saias e vestidinhos bem soltos que mais mostravam meu rabo do que cobriam, roupas transparentes e tops hiper curtas que a um leve movimento me deixavam de seios de fora também eram uma constante.
Ao conhecer o Roberto a coisa piorou ainda, pois ele adora que eu ande pelada e se dependesse dele eu andava sempre nua e chupando ou sentando num cacete.
Depois de casados  e começarmos a sair com outros casais, homens e mulheres,  também começamos a freqüentar cinemas pornô, onde geralmente eu ia com as mesmas roupas provocantes, ou então somente com um casaco por cima e nuazinha por baixo. Algumas vezes ainda ia somente de vestidinho bem solto e sem calcinha.
Lógico que Roberto arreganhava minha roupa, me abria toda e me mostrava aos vizinhos de poltrona que geralmente acabavam me masturbando e me faziam gozar na mão ou na língua deles, enquanto eu os punheteava ou chupava.
Outra situação que adorávamos criar era ir a locais públicos, principalmente parques, e transar com a porta do carro aberta ou sobre o capo, pois geralmente aparecia algum espectador.
Algumas vezes levamos junto algum amigo e transava com um enquanto chupava o pau de outro, para deleite dos meus espectadores eventuais.
Diversas vezes o Roberto convidou algum desses espectadores para participar da brincadeira conosco, nessas ocasiões eu os masturbava e chupava até gozarem na minha mão ou na minha boca e seios.
Outra coisa que adorávamos fazer era ir até a Voluntários da Pátria e eu saia do carro e fazia desfiles somente de tanguinha ou nuazinha mesmo, por entre as prostitutas e travestis. Algumas vezes também masturbei e chupei alguns passantes mais ousados, principalmente caminhoneiros e fregueses habituais do local que chegavam de carro.
Nos fins de semana eu colocava uma roupa hiper provocante ou até mesmo ficava quase nua e íamos passear de carro .nas estradas e locais de grande circulação de caminhões e carretas, nessas ocasiões deixávamos que um caminhão ou algum outro veículo encostasse ao nosso lado e eu ficava me masturbando ou então o Roberto me deixava nua e enfiava a mão nas minhas pernas e chupava meus seios enquanto eu chupava sua pica deixando os motoristas completamente alucinados.
Geralmente nas nossas viagens a praia ou para algum local mais distante arrumávamos um amigo caminhoneiro que vinha do lado do nosso carro durante quilômetros somente vendo a nossa sacanagem.
Também íamos cada final de semana em um posto de gasolina diferente, aonde eu ia sempre sem calcinha e me abria toda para que o rapaz que limpava o vidro e abastecia o carro ver minha chaninha.
Nessas ocasiões houve até algumas histórias que foram engraçadas, como por exemplo, um rapaz que chamou o outro para olhar como estava a água de nossa bateria só não se deu conta que ela era seca, ou então um outro que toda vez que se aproximava do carro eu me abria toda e me mostrava para ele, mas quando ele chamava os outros colegas para ver,  eu me fechava e ficava bem comportadinha e ele passou diversas vezes por mentiroso.
Outra vez resolvemos tirar fotos em postos de gasolina e o Roberto chamava o atendente do posto e lhe dizia que era fotógrafo de uma revista erótica e pedia permissão para me fotografar nua, imaginem o tumulto no posto.
Fomos diversas vezes a saunas mistas e a casas de programa onde me fiz passar algumas vezes por garota de programa e foram criadas situações altamente eróticas e sensuais que vão ser objeto de relatos próprios.
Também no prédio onde morávamos em Porto Alegre aprontei algumas, adorava abrir as janelas e ficar peladinha principalmente quando pedreiros estavam fazendo alguma construção ou pintura nos prédios ao redor, encanadores, marceneiros, eletricistas, todos ficavam loucos comigo, pois eu fazia questão de mostrar tudo para eles e eles não podiam fazer absolutamente nada.
Tivemos também várias histórias em hotéis e motéis, quando chamamos alguém para resolver algum tipo de problema e quando esta pessoa chegava ao quarto me encontrava nuazinha na cama, ou então chupando o pau do Roberto.
Entregadores de Pizza ou de comida chinesa eram meus preferidos e mais de uma vez por semana recebia pelo menos um deles quase nua, somente enrolada em uma toalha, de camisola ou com roupas hiper transparentes me até pintaram alguns lances bem legais nessas ocasiões.
Adorava enterrar uma tanguinha na chana ou até ficar sem calcinha e pegarmos um ônibus ou lotação e o Roberto ficava me beijando enquanto eu ia me abrindo e mostrando tudo aos meus espectadores privilegiados, nesse caso Passageiros, motoristas e cobradores de ônibus ou lotações
Quando íamos ao shopping eu tirava a calcinha e entrava nas sapatarias fazendo questão que o vendedor colocasse o sapato no meu pé e lhe dando uma visão panorâmica de minha chaninha.
Nas lojas de confecção ao experimentar as roupas sempre tinha o cuidado de deixar a cortina entreaberta para possibilitar a algum voyer curtir a cena.
Teve uma época que por força do trabalho do Roberto tivemos que morar no interior do Estado e  nossa vida mudou radicalmente. Cidade pequena não é brincadeira e tinhamos que nos preservar muito, mas seguidamente íamos a uma grande cidade para matar a saudade dos bons tempos e aprontar mais alguma coisa.
Porque resolvemos escrever sobre isto? Principalmente pelas pessoas que nos escreveram pedindo idéias e sugestões de como fazer para incrementar ou para ativar o lado sacana de seus maridos e mulheres.
Formas de ativar o lado erótico, sacana e sensual têm muitas, depende unicamente de vontade de cada um em realizá-las, o certo é que o início é muito difícil, reconheço, e o casal tem que estar muito bem preparado para encarar tudo que pode advir pela frente.
Nós sempre tivemos o cuidado de não sair muitas vezes com a mesma pessoa ou casal para evitar que haja envolvimento emocional.
Nunca nos preocupamos em ser reconhecidos, ou que alguém pudesse usar nossas taras e fantasias para nos chantagear, afinal estávamos ali porque éramos livres e sem preconceitos.
Curtimos esta vida durante  muito tempo e nos curtimos mais ainda e podem crer vale a pena, pois a recompensa é maravilhosa, a rotina não existe e sempre temos novidades um para o outro.
Há esses dias nos perguntaram se só tínhamos histórias boas para contar?  Não, na verdade, temos dezenas de histórias ruins e muito ruins que poderia relatar, mas estas fizemos questão absoluta de esquecer e procuramos até nem comentar.
Segurança, confiança e sinceridade, entre o casal e com as pessoas com quem se relacionar é fundamental, principalmente nesta época onde tudo é um grande Big Brother e tem maldade, câmeras e olhos por todo lado.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Sexo anal em evidência


Sexo anal em evidência
O que ficava evidente nos filmes eróticos cada vez mais bate à porta de casais. Saiba em detalhes como a festa no lado B pode ser a cereja do bolo do seu prazer. Mais: posições ousadas, de iniciante ao nível mais avançado. Experimente!

As mulheres mais incendiárias na cama não vivem sem. E até aquela sua amiga com cara e certificado de boa moça confessou que não vê a hora de experimentar. O hit do momento quando se trata de prazer é um velho conhecido tabu: o sexo anal. "Ele faz parte de quase todas as minhas transas", conta a advogada Cecília, 29 anos. "Já cheguei ao orgasmo apenas com penetração por trás e a sensação de poder, de fazer o que pouquíssimas mulheres ousam praticar, é incrível", garante ela. Orgasmo? Sim, é possível chegar lá pela porta dos fundos. "O ânus está cheio de terminações nervosas, é ultrassensível à dor, e por consequência ao prazer também", explica o urologista e terapeuta sexual Celso Marzano, autor do livro O Prazer Secreto. E, apesar de não apresentar um botãozinho mágico como o clitóris, algumas de suas inervações estão interligadas às da vagina. Mariana, 26 anos, já sentiu essa ligação bombástica: "Parece que o clitóris fica mais sensível conforme meu namorado se encaixa. Aproveito para me masturbar. A sensação é intensa".
Ok, a brincadeira pode ser bem dolorida também. Se o bonitão forçar a barra, o esfíncter, músculo da região anal, contrairá como defesa do corpo. E aí vai arder como chama! Mas para tudo há um jeitinho. "Seu amor pode encostar o pênis sem fazer pressão e esperar que o músculo relaxe para depois iniciar a penetração", orienta a sex trainer Fátima Mourah. "Vale pedir a ele que dedilhe a área ao redor, dê beijos e lambidas", orienta a sexpert. "O erro é deixar que deslize o pênis como quando entra pela vagina’, avisa Cecília. "É melhor encaixar o dito-cujo como se fosse um parafuso, fazendo pequenas rotações para vencer a resistência com menos dor", ensina a praticante. Quer mais ideias? Aqui há posições, confira:

Exploração à 10ª potência

Quem disse que você precisa esperar até que a prática os leve à perfeição para sair satisfeita da experiência? O estímulo do clitóris, dos mamilos e de outras regiões erógenas pode e deve ocorrer simultaneamente à penetração anal. "Estando em ponto de bala, o relaxamento aumenta e seu corpo trabalha naturalmente na busca pelo prazer", ensina a sex trainer Fátima. Estimuladores clitorianos são ótima opção. Outra possibilidade é tirar partido de um vibrador com curvatura exata para fricção do ponto G. "O Rodrigo trouxe um desses para a cama e me desafiou dizendo que queria me assistir chegando lá de todos os jeitos possíveis. Viciei!", lembra Cecília.

Passagem dupla

Lembra aquele sonho com vários homens a desejando? Para as praticantes de sexo anal, a distância entre devaneio e realidade diminui. Às iniciantes, a sexóloga Carla Cecarello aconselha usar o acessório para penetração por trás e deixar que seu homem tome conta da situação na frente. Um plugue anal tem tamanho adequado e cumpre a função de estimular o lado B muito bem. Está expert? Escolha um vibrador com estimulador clitoriano e convide seu querido para o melhor da festa.

4 posições de ataque

Existem muitas opções além da típica cachorrinho. Eleja a sua ideal!
1. Colherinha safada
Você fica de lado e o seu querido se encaixa por trás, o que facilita controlar totalmente o ritmo da penetração. E ela não costuma ser muito profunda nessa posição.
Nível: iniciante.
2. Missionário nas estrelas
O lindo fica por cima e você por baixo, com os pés apoiados nos ombros dele e os joelhos flexionados, como se estivesse na cadeira do ginecologista. Você fica com as mãos livres para estimular o clitóris, e o principal: terão contato visual direto. A penetração é mais profunda que a da colherinha. O pênis também entra mais facilmente, pois o relaxamento do ânus é total.
Nível: intermediário.
3. Cadeira tentadora
Fique de pé diante da cadeira e apoie as mãos no encosto. Coloque uma das pernas em cima do assento. O bonitão se encaixa por trás e inicia a penetração. Essa posição é ótima porque ele fica com espaço livre para acariciar seu clitóris. A penetração não é tão profunda, mas o malabarismo excita por poder ser praticado fora da cama.
Nível: intermediário.
4. Cavalgada do pecado
O moço deita de costas e você - de frente ou de costas para ele - vai descendo aos poucos sobre o pênis. Essa posição dá um controle bastante intenso da profundidade, mas também é sinônimo de uma penetração consideravelmente profunda. Se quiserem turbinar o momento, peça a ele que suba e desça o quadril para dar um ritmo mais rápido à penetração.
Nível: avançado.

Facilitando o free pass

» Seu querido pode e deve, primeiro, simular com o dedo. Quanto mais ele brinca, melhor. Assim como, na hora H, usar uma camisinha bem lubrificada e ainda passar camada extra de lubrificante no local.
» Dica da ala masculina: em dias férteis, sua excitação atinge o ápice. Com mais tesão, você relaxa e torna tudo muito mais fácil e prazeroso.
» Você teme pagar mico com a sujeira que podem encontrar lá atrás? Faça uma ducha íntima com kits vendidos em farmácias. Ela ajuda a injetar água no canal do reto, eliminando surpresas indesejáveis ali. Também evite praticar sexo anal logo após as refeições. Há um efeito gastrocólico que nos dá vontade de ir ao banheiro.
» Na hora da penetração, faça força para fora. O ânus se dilata e envolve o membro com maior facilidade.

É proibido!

» Nunca permita que seu parceiro dispense a camisinha. Por ser lubrificada, ela facilita o ato e ainda protege os dois de contaminações.
» Usar xilocaína, nem pensar! Por ser um anestésico poderoso, vai inibir toda sensação que possa ter e você nem perceberá se a região ficar machucada.
» Nunca partam para a penetração vaginal sem antes trocar o preservativo e fazer a higiene local com água e sabão.


***Matéria extraida de revista. texto sem alterações. Ilustração pelo site.

Como mete gostoso....

video
Veja o prazer no rosto dessa mulher....
ela faz com gosto...faz porque gosta....faz bem feito...
Maravilhoso...


Secretária Perfeita

****Mais um conto gentilmente cedido por claudiaputinha.


Vocês já me conhecem de contos anteriores, chamo-me Cláudia, nome verdadeiro, sou morena, 1:53 cm. de altura, tipo mignon, seios volumosos, cinturinha fina, bunda grande e pernas grossas e minha bunda arrebitada sempre fez muito sucesso entre homens e mulheres.
Hoje tenho 48 anos, mas desde muito jovem sempre tive uma enorme tendência a ser muito putinha e só usava saias e vestidos super curtos e muito transparentes, com mini tanguinhas que não cobriam nem os lábios da xota e ficavam sempre enterradas no meu rabo, fazendo a alegria de quem tinha oportunidade de ver, que era praticamente todo mundo,  já que nunca me preocupei em esconder... rs..rs...rs...
Meu marido Roberto trabalhou até a pouco, como  representante comercial e tive oportunidade de contar em detalhes de como nos conhecemos, hoje ele está com 55 anos, 98 kg.,  e moramos em Porto Alegre embora estejamos sempre viajando o mundo.
Mas seguindo nossa promessa de colocar em forma de contos todas as nossas aventuras e experiências  hoje vou colocar uma aventura que foi bastante interessante e erótica.
Depois de casar com o Roberto acabei saindo do emprego e como sempre gostei de serviços administrativos me candidatei a uma vaga de Secretária.
Tendo em vista o relacionamento que temos até que não seria difícil conseguir emprego, mas eu queria mesmo era trabalhar para alguém com que não tivéssemos nenhum relacionamento, nem intimidade e que me possibilitasse encarar qualquer tipo de situação que porventura pintasse.
Após pesquisar durante vários dias nos anúncios classificados, encontrei e me candidatei a uma vaga em uma pequena gráfica, até porque o salário não era o mais importante, após alguns dias fui chamada fiz os testes e fui encaminhada para a entrevista com o meu “Chefinho” em um escritório, tipo aquário que ficava na sobreloja e tinha como único acesso, uma escada de uns 25 ou trinta degraus.
Na sala do Dr. Renato, como gostava de ser chamado, além da mesa existiam duas cadeiras de aproximação, um sofá de três lugares e alguns arquivos de aço.
Ele era um moreno não muito alto, muito falante, elegante, simpático e sorridente, além de ter uma cara de safado que não deixava dúvidas, como nessa época havíamos voltado de 30 dias de férias, no Nordeste, eu estava bastante bronzeada do sol e para realçar, havia colocado um vestido de seda claro e um colar largo de pérolas que contrastava ainda mais com minha cor.

Quando o meu futuro Chefinho me viu, engoliu em seco e quase perdeu o controle, eu embora rindo por dentro, fiz que nem havia percebido e continuei a agir naturalmente.
A entrevista começou e discorreu normalmente, até que ele começou a avançar o sinal e começar fazer perguntas cada vez mais pessoais, e eu como já estava preparada para isso, continuei a dar corda e a provocá-lo.
Ele me perguntou nome, idade, escolaridade, etc... A coisa começou a sair do padrão quando ele perguntou se eu era casada e eu respondi que sim, mas que tinha um marido muito compreensivo e liberal. E ele perguntou até que ponto ele é liberal? E eu respondi que eu tinha carta branca para sair com quem queria fazer o que quisesse.
A resposta o pegou desprevenido e ele meio que engasgou, ficou nervoso, olhou para os lados, se levantou da mesa, me ofereceu café ou água e me convidou para sentar com ele no sofá, pois era mais confortável.
Sentamos no sofá e continuamos a entrevista, agora com perguntas descaradamente mais íntimas. Ele perguntou se eu tinha problema de horário e se tinha restrição a fazer algum tipo de serviço, e eu descruzando as pernas tipo Sharon Stone, mostrando minha tanguinha branca, transparente e dividindo a bucetinha depilada em duas partes, disse que além de não ter problemas em relação a horário, estaria sempre disponível para atender meu futuro chefe em todos os seus desejos.
Ele colocou a mão no meu joelho e disse que gostaria que eu ficasse trabalhando com ele, pois ele havia me achado muito bonita e simpática e que então seria só uma questão de acertarmos os detalhes financeiros, o que acertamos sem problema algum.
Na saída dei três beijinhos nele, sendo que um deles foi quase na boca, deixando-o bem desconcertado, notei ainda que havia crescido um volume considerável nas calças dele e saí rindo por dentro...
Já quando estava saindo ele perguntou se eu era bilíngüe e eu dando uma risadinha safada respondi que adorava tudo que era tipo de língua, inclusive a vinagrete, mas que tinha apenas uma... Que era o português, mas que me servia muito bem e nunca ninguém havia reclamado do que eu fazia com ela.
No outro dia fui com um vestidinho branco que mais parecia uma camiseta e uma mini tanga cor da pele, que contrastava com meu bronzeado.
O local era pequeno e éramos ao todo em torno de 15 funcionários, sendo que era apenas eu de mulher, e lógico que o comentário da nova funcionária já havia corrido e quando eu cheguei a agitação foi grande, quando subi a escada então foi um verdadeiro tumulto, cada um queria chegar mais perto dos degraus para buscar algum material ou fazer alguma atividade.
O Dr. Renato me recebeu com um grande sorriso e mandou que colocassem uma mesa ao lado da sua para que eu pudesse começar a trabalhar.
Durante vários dias exerci minhas atribuições de Secretária eficiente, sem nenhuma novidade mais importante, a rotina era que eu sempre ia com vestidos e saias curtíssimas e geralmente sem nada na parte de cima, mostrando generosamente os seios sempre que me abaixava ou quando estava digitando.
As escadas e as pesquisas nos arquivos viraram mostruário da minha bunda, chaninha e calcinhas, as quais adorava mostrar, não fazendo nenhuma questão em procurar esconder e que fazia a alegria da galera.
Uma das coisas que o Dr. Renato fez questão de frisar e de deixar bem claro era que sua esposa era muito ciumenta e inclusive era de fazer escândalos quando desconfiava de alguma coisa, motivo pelo qual iria procurar me preservar o máximo possível de estar perto dela.
Com o passar dos dias o Renato começou a ficar mais ousado e quando eu estava datilografando, ele parava ao meu lado e ficava olhando meus seios, às vezes se esfregava nos meus braços fazendo questão de me mostrar e me fazer sentir o volume extremamente duro que se formava no meio de suas pernas, eu por minha vez não me afastava um milímetro e incentivava a sacanagem.
Esta brincadeira de gato e rato durou uns 2 meses e eu já estava ficando cansada da rotina, um certo dia pedi para  o Roberto ir ao serviço para conhecer o ambiente e o apresentei ao Renato que o tratou cheio de formalidades e logo saímos para almoçar, na volta como estávamos sozinhos, sentamos no dito sofá e o Roberto começou a me bolinar. Tirou o pau para fora e colocou na minha boca e ficamos ali brincando, quando vimos que o carro do Renato chegou e que percebemos que ele estava subindo a escada, fizemos que não havíamos nos apercebido e fiquei punheteando o Roberto, enquanto ele chupava meu pescoço e seios enquanto alisava e enfiava a mão no meio das minhas pernas.
Creio que vale a pena descrever que meu vestido estava todo levantado e eu estava praticamente  nua no sofá e quando ele entrou, ficou bastante embaraçado  e nos fingimos estar constrangidos nos arrumando rapidamente.
Logo a seguir o Roberto se despediu e foi embora, o Dr. Renato estava inquieto, me olhava, rondava, senti que ele queria falar algo, mas não tinha coragem, então lhe perguntei se estava tudo bem e se ele tinha algo, já que estava tão diferente, ele chegando perto de mim, disse que não conseguia tirar da cabeça o que havia visto e que estava subindo as paredes de tesão e que adoraria ter visto mais.
Me fiz de desentendida e perguntei ver o que? Ele respondeu: - Tudo!
Levantei, fui até o banheiro, tirei as calcinhas e retornei... Sentei no sofá e deixei cair as alças do meu vestidinho e fiquei de seios de fora, ato contínuo abri as pernas e me mostrei completamente para ele.
Ele veio e sentou ao meu lado, enfiou a mão no meio das minhas pernas e me beijou...
Nesse momento o telefone tocou e eu fui atender, ao que ele aproveitou veio por trás e aproveitou para enfiar um dedo na minha chana alagada.
Logo em seguida ouvimos passos na escada e me recompus rapidamente... Quando a pessoa surgiu na porta percebi logo pela cara de zangada que era a esposa do Dr. Renato que passou a  olhar desconfiada para nós, até porque o Renato estava com uma cara que não deixava dúvidas de que algo fora do normal estava ocorrendo por ali, além do que a atmosfera e o cheiro de sexo impregnavam o ambiente.
O Dr.  Renato também nem  podia se levantar em virtude do grande volume que se formava no meio das pernas, ele me apresentou formalmente a esposa, que nem olhou para minha cara e eu discretamente fui saindo da sala.
No outro dia ele me contou que rolou o maior quebra pau entre os dois e que ela não admitia que eu ficasse mais nem um dia ali, mas que ele não queria que eu fosse embora e que ia pensar em algum modo de me manter junto a ele.
Eu disse que não teria nenhum problema nenhum em ir embora e que eu havia gostado muito deste período em que trabalhamos juntos, mas que não queria arrumar encrenca com sua esposa e que talvez fosse mesmo melhor para todos nós eu ir embora.
Mas que antes eu deixaria tudo organizado no escritório.
Ai veio a pergunta mortal: - Você não quer ficar trabalhando após o expediente para colocarmos o trabalho em dia? – E eu respondi que não haveria problema algum.
Liguei para o Roberto e pedi para que ele me buscasse as 21:00 horas, pois tinha algo urgente a resolver...
Às 18 horas após encerrar o expediente o Dr. Renato foi embora junto com os demais funcionários, me dizendo voltaria mais tarde, para não dar muita bandeira.
Não levou nem quinze minutos ele estava de volta, eu percebi sua aproximação, mas fingi que não havia notado...  Como estava abaixada sobre o arquivo catalogando algumas pastas, ele veio por trás de mim, me agarrou pela cintura e colocou o pau duríssimo nas minhas coxas e se esfregou na minha bunda...
Começou então a beijar e morder meu pescoço e nuca e a apertar e bolinar meus seios...
Eu adoro isto e me senti amolecer toda... Ele abaixou as alças do meu vestidinho e o tirou lentamente, me mordendo e beijando... Me deixou somente de tanguinha e me colocando sentada em cima da mesa, tirou minhas calcinhas com a boca e me deu um banho de língua, me fazendo gozar copiosamente...
Ai eu levantei, tirei as calças dele e abocanhei aquela coisa dura e cheia de nervos, chupando até ele encher minha boca de porra.
Depois ele me beijou longa e apaixonadamente  e se encostando na mesa, me colocou sentada sobre ele enterrando o cacete até o fundo.... E eu gozei  enquanto ele me beijava e nossas línguas brincavam nas nossas bocas e meus seios roçavam o peito dele...
Após me colocou de quatro sobre a mesa e enfiou tudo em mim , me comeu por trás, pela frente deitada sobre a mesa e ainda sentada e deitada no sofá, me fazendo esvair em gozos simultâneos...
As 20:50 quando o Roberto  ligou dizendo que estava indo me buscar eu estava com a boca cheia novamente e enquanto conversava com ele chupava o pau do Renato...
No decorrer da conversa, sentei no colo do Renato, posicionei o cacete na entrada do meu buraquinho e fiz ele enfiar de uma só vez o caralho no meu cuzinho e enquanto conversava no telefone com o Roberto, rebolava a minha bunda, me masturbava e gozava e gemia que nem uma vadia. Ele me perguntou se ia demorar e falei que não muito, mas que ainda estava resolvendo um problema urgente, grande e cabeçudo. O Roberto percebeu  o que estava ocorrendo, riu e  disse que eu não tinha jeito mesmo,  mas que me daria mais uns 30 minutos para resolver o que ainda não estava resolvido.
As 21:30 o Roberto chegou e fui embora,com a porra escorrendo do cú e empapando minhas coxas.
Lhe contei em detalhes  o que havia acontecido e ele ficou de pau duro e eu fui chupando no caminho de casa e engoli toda a porra que ele despejou na minha garganta.
No outro dia o Roberto foi comigo até o escritório e entreguei minha demissão irrevogável..
Mas a parte mais engraçada deste dia é que não queria nem poderia ir embora sem aprontar alguma que ficasse para sempre nos anais da empresa, então fui ao escritório com um vestido hiper transparente e curtíssimo e sem calcinha.
Os meus colegas de trabalho quase tiveram um colapso ao me ver, em especial quando subi a escada e deixei cair minhas chaves, de forma proposital, o que me obrigou a abaixar e mostrar “involuntariamente” até a minha alma, além do fato que minha buceta estava mais saliente porque havia me depilado completamente e estava inchada de tanta pica que tinha levado do Renato e depois do Roberto..
Fui até a sala do Renato, sentei no colo dele, me despedi com um grande beijo na boca e fui embora...
Ele várias vezes me ligou para sairmos, mas não era o que eu queria e nunca mais nos encontramos, ele ficou com a bruxa da mulher dele e acabou perdendo uma Secretária Perfeita.


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