sexta-feira, 28 de outubro de 2011

***conto recebido por email de Portugal.

Chamo-me Lúcia, sou uma advogada de direito comercial muito bem sucedida, órfã muito cedo subi a pulso, tirando algumas ligações ocasionais dediquei-me totalmente á profissão e possuo uma sólida reputação e situação financeira, contudo tenho um fetiche, direi mesmo uma tara, que a tornar-se conhecida me arruinaria a vida social e profissional, após uma demanda bem sucedida fico com um desejo incontrolável de ter sexo sujo e violento, em que seja fodida e insultada por vários homens, quando isso acontece procuro satisfazer-me em meios de baixo estrato social, não só porque me dá prazer ser currada por indivíduos que nunca teriam acesso a uma mulher como eu, mas também para não correr o risco de esta minha tara ser conhecida nos meios que habitualmente frequento. Tentei combater este problema, inclusive corri o risco de contactar um psicanalista de renome, mas de nada adiantou. Direi que tenho 38 anos, cabelos pretos, olhos castanhos, com 1.65 de altura, peso 65 Kg, tenho um corpo normal, exceto pelos seios que são um pouco desproporcionados em relação ao resto do corpo (visto soutien 40, copa D) e publicarei aqui uma série de contos a descrever algumas das minhas aventuras mais loucas.

Acabara de ganhar uma causa particularmente difícil e lucrativa, fervia de tesão com vontade de ser comida e humilhada, recusei o convite dos clientes para jantar, desculpando-me com o cansaço e preparei-me para a festa. Vestia um fato de saia e casaco ás riscas muito profissional, saia justa mas pelo joelho e blusa branca, tudo muito decente, claro que quando ia sem soutien e despia o casaco e a história era outra, os peitões apertavam-se contra o tecido fino da blusa, parecendo ir abrir os botões a todo o momento. 
Fui até a zona velha da cidade, estacionei numa praceta e embrenhei-me nas ruelas estreitas, desertas aquela hora da noite, localizei a taberna que procurava (encarreguei um detetive de me localizar certos locais, com pretextos profissionais evidentemente), era um antro sujo e mal iluminado frequentado por pessoal da pesada (estivadores, desempregados, carteiristas...), entrei altivamente estavam vários homens ao balcão e outros espalhados pelas mesas, cheirava a fumo, gordura e vinho barato, o ruído dos meus saltos altos anunciou-me, viraram-se para a porta, fez-se silêncio absoluto. Esperariam tudo menos ver entrar uma mulher com o meu aspecto pela porta adentro, ouviram-se assobios grosseiros:
- está perdida dona?  perguntou um gordo suado e com barba de vários dias que se encontrava numa mesa perto da porta
-o meu carro avariou e estou sem telemóvel... posso telefonar?  perguntei, enquanto meneava as ancas em direção ao balcão, sentia todos os olhos cravados no meu rabo bem torneado pela saia
- claro dona... é ali... respondeu o taberneiro apontando para um canto, coloquei uma moeda e liguei para o meu telemóvel que deixara no carro e fingi estar a falar com alguém a pedir ajuda, quando me voltei para eles o volume das minhas mamas ficou bem evidente mesmo com o casaco vestido, eles devoravam-me com os olhos, pudera nunca deviam ter estado tão perto de uma mulher do meu nível, entretanto eu já os contara eram 10 machos com ar sujo e grosseiro, a minha rata já estava a ficar molhada 
- o mecânico ainda demora... posso esperar aqui? perguntei com ar inocente, respondeu-me um coro de -sim e claro e quase que se atropelavam para me puxar uma cadeira, sentei-me numa mesa ao meio da tasca, juntamente com dois enormes cinquentões vestidos de fato de trabalho típico dos estivadores, o taberneiro perguntou se eu queria beber alguma coisa, pedi uma cerveja, as conversas á minha volta quase tinham parado, notei um volume típico entre as pernas dos 2 que estavam na minha mesa, bebi um bom gole de cerveja
- está aqui muito calor... afirmei para ninguém em especial, com movimentos lentos levantei-me e tirei o casaco, ao fazê-lo as mamas espetaram-se contra o tecido branco e mesmo naquela iluminação eram perfeitamente visíveis
-eita pá que tetas... disse espontâneamente um dos que se sentavam junto de mim,
-a gaja é mesmo boazona... a tipa quer pau... vamos foder essa puta... foram alguns dos comentários que se ouviram em redor, o taberneiro um homenzarrão dos seus 60 anos, mal encarado e com a cara marcada por duas enormes cicatrizes, saiu de trás do balcão com um taco de basebol na mão
-vamos a estar calados e quietinhos... disse com ar ameaçador, batendo com o taco na mão e dirigiu-se para junto de mim
-não sei qual é a sua madame... mas é melhor compor-se... e sair...
- olhei diretamente para os seus olhos e endireitei os ombros, empinando ainda mais as mamas
- e se eu não quiser sair... o que acontece?" perguntei com a voz já rouca de desejo, por momentos olhou-me perplexo, depois pousou o taco, agarrou-me pelos cabelos puxando-me a cabeça para trás, a outra mão apertou-me cruelmente as mamas 
- acontece que é toda arregaçada... em resposta agarrei firmemente o volume que se formava entre as suas pernas 
- jura?.. atirei provocantemente, passando lentamente a língua pelos lábios
- já vais ver grande vaca... gritou enrouquecido, deu um puxão á blusa fazendo voar botões em todas as direções, pegou em mim e deitou-me em cima da mesa, uma mão abria a braguilha e a outra introduzia-se debaixo da minha saia arrancando as cuecas, puxou-me para a borda da mesa e de um só golpe encavou o pau descomunal na minha cona
- toma.. toma minha vaca...
molhada como estava recebi-o prontamente, começou a martelar-me furiosamente e eu respondia ao mesmo ritmo gemendo de prazer
- sim... AGHH... UGHH... sim... fodam-me... fodam-me...
um caralho de cheiro intenso introduziu-se na minha boca
- mama vacarrona... putona... AGHH... AGHH...
 várias mãos apertavam, espancavam e beliscavam as minhas tetas no meio de um coro de insultos 
 puta... vaca... que tetas... porca... vacarrona... vamos arrebentá-la... outro pau procurou a minha boca, agora mamava dois, a dor que provocava era deliciosa, tive o primeiro orgasmo.
- AGHHH... AGHHH.... UGHHH... sim... fodam-me... arregacem-me toda... toda... AGHHH... AGHHH...
-o taberneiro veio-se enchendo-me de porra e apertando-me dolorosamente as carnes
- AGHH... ARGGGHHHH.... toma vacarrona... toma... urghhh...
 retirou-se e logo outro o substituiu, entretanto a minha garganta começou a receber golfadas de porra
- ARGGGG... URGHHH.... engole vaca engole...
O outro que me fodia a boca começou a espalhar langonha pela cara, espancando-me as faces com o pau, também as minhas mamas receberam a sua dose. Houve um momento de acalmia, o taberneiro foi fechar a porta, eu que ainda não estava a ser humilhada como gosto, sentei-me na mesa, saia enrolada na cintura, tetas a balançar e a escorrer langonha 
- é a isso que chamam arregaçar uma mulher??? atirei-lhes. 
Mãos na cintura e ar de gozo, foi o fim, lançaram-se sobre mim como uma alcatéia. Um negro enorme agarrou-me a saia e rasgou-a até á cintura com um puxão, levantou-me pela cintura e empalou-me até aos tomates
- AH que cona mais quente... aguenta putona... vou te rebentar toda...
- gritei de dor e de prazer, sentou-se numa cadeira e começou a subir-me e a descer-me de encontro a si, alguém atrás de mim me cuspiu no cu e começou a introduzir um pau de razoáveis dimensões.
- a puta tem o cu todo apertadinho... vou-te rebentar as pregas...
E começou a bombear em sincronia com os movimentos de negão, os meus braços eram esticados e as minhas mãos colocadas á volta de paus, forçando-me a masturbá-los. A meu redor paus procuravam entrar na minha boca, as minhas mamas eram apertadas e esticadas da direita e da esquerda, violentas estaladas faziam-nas vibrar, eu tinha um orgasmo contínuo, acirrava-os com insultos
- cabrões... frouxos... veados... isso ainda os punha mais doidos, depois de receber as respectivas cargas de porra na cona, no cu, na boca e um pouco por todo lado levaram-me em mãos e colocaram-me de bruços atravessada em cima do balcão.
-vamos arregaçar o rabo desta puta... comandou o taberneiro, começaram a foder-me dois a dois no cu e na boca, assim que um se vinha dentro de mim outro o substituía, tudo isto acompanhado de estalos, cuspidelas e insultos, eu delirava de gozo entrei em puro êxtase, passado um tempo indeterminado viraram-me de barriga para cima e recomeçaram a foder-me dois a dois, agora na cona e na boca, as minhas mamas e mamilos eram mordidos e torcidos, uns não tinham paciência para esperar a sua vez e esporravam-se na minha cara, mamas e cabelos, cuspiam-me nas mamas e por vezes na boca, despejaram vinho em cima de mim sujando os farrapos em que se transformara a minha roupa. 
Eu estava apenas semi-consciente, apercebi-me que o número de homens que me fodia e humilhava ia diminuindo, finalmente restou o taberneiro e um dos estivadores que fizeram um DP na minha cona, a dor foi de tal maneira que desmaei. 
Acordei com dois brutais estalos na cara.
- acorda puta... tá na hora de te pores na rua... gritava o taberneiro, olhei em volta só restávamos nós dois. 
Em silêncio despojei-me dos restos da saia e da blusa, vesti umas calças jeans que trazia dobradas dentro da mala, recuperei o casaco que estava na cadeira onde o deixara e saí 
- volte sempre que quiser madame... tem mais do mesmo... atirou-me ele á saída, dirigí-me cambaleante para o carro, começava a amanhecer e os poucos transeuntes olhavam-me admirados, devia estar linda com a cara e o cabelo cobertos de porra. Chegada a casa tomei um banho bem quente e deitei-me dolorida mas sexualmente satisfeita.
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