quarta-feira, 19 de outubro de 2011

CLAUDIA AMARRADA E INDEFESA


Vocês já me conhecem de contos anteriores, sou a Cláudia, nome verdadeiro, sou morena, 1:53 cm. de altura, tipo mignon, seios volumosos, cinturinha fina, pernas grossas e minha bunda grande e arrebitada sempre fez muito sucesso entre homens e mulheres.
Hoje tenho 48 anos, mas desde muito jovem sempre tive uma enorme tendência a ser muito putinha e só usava saias e vestidos super curtos e muito transparentes, com mini tanguinhas que não cobriam nem os lábios da minha bocetinha e ficavam sempre enterradas no meu rabo, fazendo a alegria de quem tinha oportunidade de ver, que era praticamente todo mundo,  já que nunca me preocupei muito em esconder... rs..rs...rs...
Meu marido Roberto trabalhou até a pouco, como representante comercial e hoje está aposentado, tem 55 anos, 98 kg.  e  mudamos para  Santa Catarina há pouco tempo, embora estejamos sempre viajando o mundo.
Mas seguindo nosso processo de colocar em forma de contos, todas as nossas aventuras e experiências, vamos contar uma de nossas fantasias mais prazerosas e que me trouxe muita tesão e prazer quando foi realizada.
Como vocês já sabem, eu e meu marido curtimos muito situações eróticas e sensuais e certa vez, numa de nossas transas lendo uma revista Fórum,  nos chamou a atenção o relato que uma mulher escreveu de quando ela e o marido a procura de sacanagens e aventuras, fizeram uma viagem ao interior, se hospedaram em um hotel e o marido então a amarrou a uma cadeira, vendada e nuazinha, ligando a seguir chamando o camareiro para resolver um problema e se escondeu.
Ela relata que quando o rapaz entrou, ficou sem saber o que fazer, ao vê-la amarrada e com os olhos vendados, e se apercebendo que estava sozinho com ela e que não poderia ser reconhecido, começou a boliná-la, tirou o pau para fora, se esfregou nela, enfiou o pau na sua boca e terminou gozando sobre ela, enquanto ela gozava apenas com a tesão pela situação criada.
Este relato acendeu nossas fantasias e começamos a planejar uma maneira de fazer algo pelo menos semelhante.
No início começamos fazendo encomendas de pizza ou de comida chinesa através das tele-entregas e quando o entregador chegava eu o atendia com camisolas hiper transparentes e mini tanguinhas que mal escondiam meu rabo e que deixavam metade de minha bocetinha de fora. Muitas vezes atendia-os somente com a camisola, sem nada por baixo, fazendo questão de me arreganhar toda e mostrar minha chaninha raspada e lisinha para eles, que enlouqueciam.
Outras vezes ainda, atendia a porta com uma toalha enrolada no corpo, nuazinha por baixo e quando ia fazer o pagamento dava um jeitinho de a toalha cair, me deixando completamente pelada diante de meu aturdido espectador.
Os entregadores ficavam completamente loucos, mas durante todo o tempo em que fizemos isso encontramos apenas um que teve coragem de me enfiar a mão, embora eu os provocasse de todas as maneiras para isso.
Mas assim mesmo, deduzimos que este entregador não foi pego de surpresa, conversando depois que ele foi embora, concluímos que ele já havia vindo a nossa casa uma vez e quando foi chamado novamente veio preparado. Tanto é que não tirou o capacete e quando o atendi e me abaixei para pegar o dinheiro ela enfiou a mão no meu rabo e já estava com um belo cacete de fora, o que me fez cair de boca e acabei engolindo o molho branco antes de provar a pizza. Depois ele saiu em desabalada carreira e nem esperou gorjeta...  rs...rs...rs...

Mas, voltando a história em questão,  certo dia o Roberto chegou em casa com jeito de safado, me mandou tomar banho mais cedo e pediu também que eu colocasse um maio azul que é super cavado e fácil de tirar,  pois é todo amarrado nos lados e me disse para deitar e ficar quieta.
Vendou meus olhos, amarrou meus pulsos na cabeceira da cama e os tornozelos nos pés da cama, testou para ver se eu não podia me soltar e começou a me bolinar, me deixando bem acesa.
Soltou a parte de baixo de meu maiô e passando um creme na minha chana, começou a depilar a pequena fileira de pelos que eu ainda tinha, como senti cócegas e comecei a protestar e a tentar cair fora, sem que eu esperasse ele me deu uns tapas na cara e nas coxas e eu me molhei toda de tesão e resolvi ficar quietinha.
Ela raspou tudinho e após me deixar completamente lisinha, recolocou meu maiô e saiu do quarto. Escutei quando ele fez uma ligação e falou com alguém, passados uns dez minutos tocaram a campainha, escutei mais atentamente e vi que alguém entrava no apartamento em silêncio absoluto, mas não tinha nem idéia de quem era...
Uma sensação estranha começou a tomar conta de mim, não sabia se era medo ou tesão, e imaginava, quem seria e o que estava para acontecer?
Notei que sentaram na beira da cama... tentei me encolher, mas as cordas não deixavam... senti que começaram a passar a mão nas minhas coxas, nos meus seios, senti me bolinarem o corpo inteiro... Senti puxarem o maiô para o lado, tirando meus seios para fora... Sentia várias mãos agarrando e apertando meu corpo... Senti que nos meus dois seios tinham bocas que chupavam, lambiam e mordiam os biquinhos, me deixando alucinada... Senti que as bocas desciam para minha barriga... chupavam as coxas... eu queria me soltar, queria fugir, mas não podia...
Eu não sabia o que fazer... tentava adivinhar quem estava me bolinando, me chupando... imaginava diversos nomes... Poderia ser alguém conhecido? ... Esta dúvida me dava mais tesão ainda...  Senti quando desamarraram meu maiô e me deixaram peladinha... A sensação de estar completamente depilada me deixava com a impressão de estar mais nua ainda... Senti enfiarem a língua no meio das minhas coxas... Senti quando uma língua deslizou para dentro de minha chana lisinha... Tentei me mexer... Fui agarrada rudemente e quando comecei a me contorcer alguém me beijou e enfiou a língua na minha garganta... Eu não podia fugir, nem me mexer, me sentia indefesa...
A boca logo foi substituída por um cacete, que percebi enorme... grosso, cabeçudo... Queria agarrá-lo não podia... Aquela língua voltou a procurar minha boca, senti que aquele caralhão começava a me penetrar, a situação vivida foi me deixando alucinada....
Senti outra presença ao meu lado e um pau procurou minha boca... eu chupava... lambia... e sentia duas bocas brincando com meus seios, enquanto o pau já deslizava sem dificuldade para dentro de mim....
Senti quando me desamarraram os pés... Senti levantarem minhas pernas e o pau foi enterrado até o talo, enquanto as bocas continuavam brincando com meu corpo...
Senti que começaram a brincar com o meu cúzinho... Enfiavam dedos e línguas sem parar, me deixando cada vez mais excitada e desesperada...
Percebi quando uma das pessoas que estava com o pau na minha boca, se afastou... percebi quem estava me comendo tirou o cacete me deixando uma sensação de vazio...
As bocas se afastaram do meu corpo ... A tesão era enorme.. Tentava imaginava o que ainda estava para acontecer...
Senti quando abriram bem minhas pernas e ao mesmo tempo senti que uma mulher esfregava a chana na minha cara e senti então um cacete enorme pincelando minhas coxas e a entrada do meu buraquinho já arrombado. Ele foi enfiando sem dó, me fazendo gozar intensamente.... Tentei gritar... fugir...escapar... mas era inútil... Eu estava adorando... Gozava convulsivamente... gemia... lambia... chupava e enfiava cada vez mais fundo a língua dentro daquela boceta que estava sobre meu rosto... Ela gozou, melecou minha cara e saiu.
 Fui beijada com paixão e eu correspondi. Queria me soltar, queria agarrar, mas não podia, continuava com as mãos amarradas.
Senti quando um pau saiu de mim e outro em uma só estocada, violentamente, rudemente, de uma só vez foi enterrado em mim, me largando e me deixando completamente preenchida... Percebi que começaram a falar no meu ouvido, me chamando de putinha, vagabunda, safada, cadela... Não reconheci a voz, não era ninguém conhecido e a tesão dobrou de tamanho.
Senti quando me desamarraram as mãos e me puxaram como uma boneca para sentar sobre  um cacete enorme que foi enterrado na minha boceta de um só golpe até o saco... Senti que me beijavam, a língua enfiada na minha boca... Acariciei aquele rosto... era uma mulher...


Percebi que começaram a pincelar um cacete na entrada do meu cúzinho... Tentei fugir, levei dois tapões na cara que me fizeram ver estrelas e gozar de tesão... Fui presa por várias mãos e forçada e me abaixar mais um pouco, sendo obrigada a me abrir toda...  Senti medo, passaram um creme no meu cúzinho, sensações de arrepio percorriam meu corpo, senti que começaram a forçar a cabecinha e a cada milímetro que entrava eu sentia crescer a tesão e  a sensação de que o gozo máximo se aproximava...
A tesão crescendo alucinadamente e eu fui me abrindo toda, rebolando, forçando mais a bunda na direção do pau até o ter todo dentro do meu cuzinho. Sentia todo o cacete entrando e saindo, bolas grandes e peludas batendo na minha bunda, me sentia sendo alargada, arrombada e isto me causava um misto de dor e de uma sensação maravilhosa de prazer...
Os dois machos me comiam com uma vai e vem sincronizado, onde eu sentia perfeitamente os dois cacetes entrando e saindo de dentro de mim ao mesmo tempo e os sentia roçar um no outro, através da minha pele mais sensível.
E o gozo veio num crescendo, rápido, violento, maravilhoso, me atingindo violentamente como uma descarga elétrica, enquanto aquela mulher continuava me beijando, me chupando os seios, me agarrando, se esfregando em mim, agarrando minha cabeça e esfregando convulsivamente a sua boceta lisinha na minha boca.
Senti a primeira golfada de porra dentro da minha boceta, senti o pau crescer e pulsar enchendo meu cúzinho de porra... Senti a mulher gozar na minha boca, logo a boceta foi substituída por um pau, que logo me contemplou com rios de porra que lambi e engoli o que pude, sentindo que grande parte escorria pelo meu rosto e seios...
Meia tonta ainda, percebi que tiravam a venda dos meus olhos, olhei ao redor e vi os participantes do meu "estupro": Eram o Pedro, que posteriormente se tornou nosso amigo e temos várias outras histórias com ele, a Marlene,  uma amiga íntima de muitas festas o noivo dela o José e é lógico o meu marido.
Após me restabelecer, fomos para o banho e continuamos com a putaria, o Pedro, o Roberto e o José metiam ora em mim ora na Marlene, enquanto nos beijávamos e nos chupávamos.
Depois voltamos para a cama e transamos somente nós duas para eles verem. Terminamos com um sessenta e nove, e enquanto nos chupávamos o Pedro comeu novamente meu cuzinho e o Roberto meteu no rabo da Marlene.
Depois nós duas chupamos o José até ele gozar na nossa cara e encher nossa boca de esperma, que disputamos cada gota do leitinho, lambendo e engolindo até não sobrar nada.
Durante muitos anos eles foram nossos parceiros de festas e tivemos muitas outras histórias juntos e que será objeto de outros contos. 

Conto gentilmente cedido por Claudia_Putinha.
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